O leitor escreve
Saúde
Carta enviada ao ministro da Saúde José Serra: diante da realidade que se encontra a saúde pública em nosso país, estamos lhe enviando esta carta pedindo que o direito à saúde pública e de qualidade venha de fato a se efetivar em nossa sociedade. A falta de investimentos na saúde pública fez com que ocorresse o caos que não somente vemos pelos meios de comunicação, mas que sentimos na pele no nosso dia-a-dia, quando procuramos o SUS. São muitos os brasileiros que morreram por falta de atendimento, justiça, direitos e deveres.
Acreditamos que esta situação poderá ser modificada quando houver uma mudança na atual política econômica, que vem trazendo desastrosos sofrimentos para a população brasileira. Isto mudará quando a saúde pública for tratada como prioridade em nosso país. Quando houver mais verbas destinadas à saúde para os Estados e municípios e com fiscalização. Quando todos os tipos de cirurgias forem realizadas pelos SUS, com menos burocracia e houver também acesso à medicação nos postos de saúde. Lamentamos quando vemos os hospitais fechando as suas portas quando deveriam estar abertos para o povo. Senhor ministro, é extremamente doloroso perder um ente querido por falta de atendimento. Façam políticas que beneficiem o povo brasileiro, invistam na saúde do Brasil, para que todos possam viver com dignidade.
- MARIA ANIDEJE DE MELLO, representante da Comissão em Prol da Reabertura do Hospital Londrina, Cambé
Terceirização
A mecanização agrícola obrigatoriamente deve passar por mudanças imediatas. Foi-se o tempo em que cada agricultor adquiria seu próprio maquinário (Tendência de terceirização reportagem da Folha Rural do dia 4). A tendência é cada produtor especializar-se na área onde é mais eficaz e competente. Ou seja, praticar o menor custo sob pena de perda de competitividade e por consequuência de sustentabilidade. No Japão e na Alemanha, os círculos de máquinas ou bancos de máquinas já são uma realidade há bastante tempo, inclusive na oferta de mão-de-obra. É estranho que no Brasil, principalmente nas áreas de pequenas propriedades o modelo ainda não tenha sido adotado.
Mais simples do que consórcios e cooperativas, menos burocrático, o modelo cai como uma luva. Basta um gerente de mecanização, com um telefone e um cadastro de tomadores de serviço e dos prestadores de serviços de máquinas e equipamentos. Tabela-se, em assembléia, o preço máximo por equipamentos, e cobra-se uma taxa de remuneração do gerente e das despesas pertinentes. Prefeituras e cooperativas, em vez de criar patrulhas mecanizadas próprias, podem entrar com o apoio logístico e até algum incentivo. Portanto, mãos à obra.
- ONÉVIO ZABOT, Joinville (SC)
Jojups
Sobre a notícia Atletas dos Jojups vão fazer tour por Maringá publicada dia 5: gostaria de parabenizar a idéia de proporcionar aos atletas alguma forma de lazer. Já participei dos Jojups algumas vezes. Mesmo estando fora do Brasil por alguns anos é sempre bom saber das novidades. Desejo sucesso aos organizadores e participantes.
- ZAMARA SEIXAS, Oshawa (Canadá)
Cumprimento
A Folha de Londrina/Folha do Paraná mostrou sua seriedade ao publicar o artigo Uma nova igreja desponta? do Frei Fabiano Zanatta no dia 1º. Ele veio para corrigir um equívoco cometido por um dos articulistas do jornal. Parabéns.
- MÉRCIA EUGÊNIA DE ALENCAR PRETO, farmacêutica, Londrina
Primavera
Na notícia La Niña trará primavera seca, publicada na Folha Rural da última semana, diz-se que A primavera começará dia 21 deste mês, às 17 horas. Há um erro: a primavera é a única estação que não começa dia 21 e sim dia 23.
- CÉSAR JEREMIAS, médico veterinário, Santos (SP)
Correção - Por falha técnica, houve troca de legendas na capa do caderno Folha2, edição do dia 3, na chamada de reportagem sobre lançamentos de discos. Incorretamente, a legenda identificou a foto do grupo Ramones como sendo da banda Metallica, ambos mencionados na reportagem. Na mesma edição, na página 6, a coluna Headphone foi grafada incorretamente.
- Também por falha técnica, houve troca de fotos no texto sobre a apresentação da banda curitibana Acoustical Jam em Londrina (página 5, edições de Londrina e Curitiba). A foto publicada é da banda Echo & Bunnymen, que se apresenta em Curitiba no dia 24.
O grito da geração
Pedro Álvares Cabral
A coisa aqui anda mal
Nesta dança do dinheiro.
É indecisão, incerteza
E a gente vê com tristeza
As mudanças do cruzeiro.
Não é aí, minha gente
O caminho mais decente
De se achar a liberdade!
É na fé da juventude,
Na coragem nobre e rude
De alcançar a honestidade.
A juventude arrebenta...
Nesta altura não aguenta
Tanta falta de decência.
E projeta o ideal
Do futuro nacional
No trabalho, amor e ciência.
Se não for este o caminho,
Cada um siga sozinho
E da Pátria, o que será?
Já basta de mordomia,
Corrupção e a mania
De proteger marajá.
Que se faça uma cadeia
De união e que a veia
De cada um seja o elo.
E que nela corra o sangue,
Mesmo que o diabo se zangue,
Do vigor verde amarelo.
- FAHED DAHER
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]





