Insinuação
Useiro e vezeiro em distorcer a verdade para servir seus interesses eleitoreiros, o deputado petista Florisvaldo Rosinha (que não se perca pelo nome) usa e abusa do espaço que a Folha oferece aos seus leitores para tecer crítica à entrevista que dei dia 5. Os argumentos que utilizou são conhecidos e repetitivos, fora da realidade e mentirosos. Não admito, entretanto, insinuação criminosa contida no final e, por isso, vou chamá-lo às barras da Justiça, mesmo que ele venha a alegar imunidade parlamentar, prática dos covardes sem caráter do seu tipo.
- CÂNDIDO M. MARTINS DE OLIVEIRA, secretário de Segurança do Paraná
A verdade sobre o basquete
Está rolando uma polêmica sobre o time de basquetebol do Grêmio Londrina que precisa ser esclarecida. Permitam-me indagar aos leitores deste conceituado veículo de comunicação: vocês conhecem alguma empresa no Brasil que quita seus compromissos ou que antecipa os salários dos seus funcionários em 8 ou 9 meses? Se conhecerem, por favor escrevam para este jornal.
Creio que ninguém, mas ninguém mesmo vai escrever, pois não acredito que isto já tenha ocorrido no nosso País. O contrário tem acontecido, ou seja, a imprensa tem divulgado com certa frequência, atrasos nesses pagamentos. Aliás, não é só em relação às empresas: você conhece alguma patroa que paga os salários de sua empregada até com 8 meses antes do seu vencimento? Pois bem, no caso do time de basquetebol do Grêmio Londrina, lembro às famílias bem intencionadas, o que foi amplamente divulgado na imprensa antes do início da Liga Nacional, quando assumi, como prefeito, o compromisso de pagar R$ 30 mil mensais para ajudar a manter essa equipe. Portanto, assumi a responsabilidade de liberar um total de R$ 360 mil este ano para esse time que tantas alegrias tem proporcionado aos paranaenses.
O que a grande maioria da opinião pública desconhece é que já faz um bom tempo que pagamos, antecipadamente, todo o valor estabelecido no contrato. Ou seja, o compromisso do município já está totalmente pago. Julguem as pessoas de boa fé: quem pagou com tanta antecedência o compromisso que poderia ser liquidado até o próximo dia 31 de dezembro, provou, na prática, amor ou abandono ao basquete? Estou pronto e com muita vontade de continuar, no próximo ano, com essa parceria, para assegurar a continuidade desse esporte que tanta paixão está motivando nós londrinenses e numa enorme torcida da região. Concluindo: não me arrependo de ser, neste momento, o prefeito do Brasil que mais tem apoiado, com ajuda financeira, as diversas modalidades do esporte amador.
- ANTONIO BELINATI, prefeito, Londrina
Reciclagem de baterias
Retificando a reportagem ‘‘Bateria usada ameaça meio ambiente’’, publicada dia 15 de junho, publicada na Folha de Londrina/Folha do Paraná: a Samsung até o presente momento não efetuou nenhum processo de encapsulamento (destruição) de resíduos perigosos, neste caso, baterias para aparelhos de telefonia celular. Sendo o produto novo no mercado, as baterias defeituosas (substituídas por nossos serviços autorizados) estão sendo retornadas para nossa empresa, ficando assim acondicionadas em contêineres plásticos em local de acesso restrito, aguardando o destino a ser dado ao lote. As quantidades são mínimas, insuficientes para darmos início a qualquer um dos processos descritos abaixo. A Samsung analisa duas possibilidades de destino para este produto:
O envio das baterias defeituosas para a unidade fabril de baterias da Samsung na Coréia, onde elas seriam transformadas em dejeto industrial, sendo reciclado e utilizado como matéria-prima para a fabricação de novas baterias. Os custos inseridos e a legislação que ampara tal operação estão em análise e serão confrontados com o processo local.
A segunda hipótese seria a de utilizar os serviços prestados por empresas especializadas em encapsulamento de resíduos industriais perigosos, como é o caso de baterias. A Samsung no Brasil vem mantendo contato com empresas neste segmento, a fim de encontrar o procedimento mais seguro e correto para a realização deste. Em todos os processos de encapsulamento, a empresa prestadora (concessionária) irá primeiramente analisar um pequeno lote do material, de maneira a definir o processo correto para de encapsulamento, emitindo assim um laudo que será remetido à análise de técnicos da Secretaria do Meio Ambiente.
Somente após o deferimento desse processo pela Secretaria do Meio Ambiente, em prazos, condições e local por esta estabelecidos, a Samsung poderá dar início ao processo de encapsulamento em si. Sendo o processo ratificado pela concessionária contratada e pela Secretaria do Meio Ambiente do Estado, a responsabilidade pelo referido resíduo passa a ser, ‘‘conforme contrato assinado’’ entre as partes, da empresa concessionária especializada em resíduos perigosos, que realizará o processo em sua totalidade, passando após este a ser proprietária do resíduo. Caso a Samsung opte por este processo, arcará com todos os custos envolvidos. Visando facilitar o retorno deste produto, os Serviços autorizados Samsung estão orientados a reter o produto defeituoso, pois a troca por um novo somente se realizará com a devolução do defeito, para posteriormente remetê-lo à Samsung.
- PAULO LESSA, superintendente de Material Importado da Samsung Eletrônica do Brasil, São Paulo
IPE
Na idade em que certos fatores de risco estão presentes e querendo evitar a perda óssea, pedi a um ortopedista que requisitasse para mim o exame para detectar o grau de osteoporose, a densitometria óssea. Tal não foi minha surpresa e indignação quando no setor responsável fui informada que o IPE não autorizaria aquele exame porque, para que isso acontecesse, eu teria que comprovar, através de exames anteriores, que eu já estava com osteoporose. Como eu queria fazer uma prevenção... Não podia.
Pergunto: é justo pagar o IPE até hoje, mesmo tendo um padrão inativo e outro ativo e não ter direito aos exames, que de acordo com minha idade são de praxe, realizá-los? Agora estão descontando uma enormidade de Paraná Previdência, mas atendimento médico e hospitalar, nada. Resumindo, fui fazer o exame através de outro convênio, onde tive que pagar um preço que, sinceramente, professor não ganha para tal. Talvez quando eu aparecer com osteoporose, fraturada na bacia, coluna ou punho eu consiga fazer através do IPE (que pago há 35 anos) a densitometria óssea, pedida e não autorizada. Fica aqui o meu protesto, esperando providência.
- ODETE BOTER GUIMBARSKI, Londrina
Correção Autor de foto sobre ‘‘Doador universal’’, publicada ontem na 1ª página de Folha do Paraná/Centro Oeste, é Edson Mazzetto e não José Suassuna.
- Na Coluna de Vídeo, publicada ontem na Folha 2, foi divulgada uma informação incorreta. No filme ‘‘Sete Anos no Tibet’’, citado na resenha sobre ‘‘Kundum’’, o ator Brad Bitt não interpretou o Dalai Lama, mas o alpinista austríaco Heinrich Harrer.
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]

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