Cumprimentos
Li com imensa satisfação sobre a sua participação, Regina Kracik Teixeira (diretora), no Congresso Mundial de Jornais, evento de repercussão mundial, realizado em Miami. As bases e as diretrizes que levaram a Folha de Londrina/Folha do Paraná a ser o primeiro do mundo a obter a certificação ISO 9002 revelam a qualidade do trabalho que se traduz em um presente diário ao leitor. Parabéns a você, a todos os diretores, jornalistas e funcionários e parabéns ao Paraná, que tem na Folha o jornalismo competente, informativo e didático.
- FERNANDO ANTÔNIO MIRANDA, Curitiba
Brasil
O Brasil não é somente uma Nação onde os brasileiros nasceram, mas fundamentalmente o lar dos brasileiros. É o nosso lar-Nação. Como pode alguém fazer mal à pátria? Quando um governante cultua a traição, sempre engana, mente e destrói o que foi construído por outras gerações. Deixa de lado os honestos, os justos e os capazes. Não oferece flores, não dá amor e não doa frutos de um pomar. Ser que vegeta chafurdado em vaidades, ambições e angústias, perdido dentro de si próprio. Sem moral e dignidade, apoiado somente no poder, quando age é para privilegiar, discriminando quem o recebeu com esperança e fraternidade.
Não sabe o que é paz, orgulho de si mesmo e nobreza. A lealdade o incomoda sendo privação e fraqueza. Não conhece a justiça e a alegria. O amor ao próximo o perturba, sendo castração e tirania. O seu corpo é carcaça a ser vendida, como resto de alma perdida. Nascido doente, caminha na ansiedade da busca pela vã materialidade. Determinado por mente tresloucada, revela-se contraditoriamente, despertando traumas por não perceber o encontro de duas ou mais almas. A velhice que leva à inércia chegará sorrateiramente e o governante que trai, julgando-se vencedor, amargurará a solidão da alma corrompida e pobre. A pátria chorará um dia, com pena e amargura, a morte gradativa e sofrida desse filho indigno, indiferente ao sofrimento de milhões de seres humanos, corrupto e vítima da loucura.
- NEWTON DE GÓES ORSINI DE CASTRO, advogado, Rio de Janeiro
Paulo Leminski
Não sou poeta. Às vezes escrevo um poema qualquer. Quem sabe crio, recrio palavras (d)efeito para uma musa qualquer num leito por aí. Talvez algum dia escreva alguma palavra que seja Paulada, alguma palavra de Paulo, algo paulatinamente ambiciosa de ser palavra que lavra o terreno de minha minúscula pouco brilhante trajetória(?) de poeta(?)
Sinto-me até indigno de falar sobre o Anarquiteto de Desengenharias. Afinal, Paulo não é poeta, é o próprio poema; não é essencial, é a própria essência. Faz a língua despir-se da alma e tornar-se matéria, substância. Poderia considerá-lo o construtor dos silêncios e sons das estrelas; uma influência em constante fluência... uma ciência.
Fico imaginando sua produção junto a outras dádivas humanas junto aos píncaros, onde certamente está instalado em outra dimensão... quem sabe mais feliz do que nunca, num eterno sarau etéreo. Quem sabe as canções que os anjos cantam nesses últimos 10 anos não são de sua autoria? Se isso aconteceu, então acho que está na hora de dar meus parabéns ao Polacolocopaca por mais essa outra divina função, mais uma que conquistou neste estranho mas sábio universo: parabéns, colega.
- JOSÉ RICARDO DORTH CAVALHEIRO, Londrina
Desarmamento
É bastante controvertido o projeto do governo de proceder o desarmamento da população. Primeiro porque o Estado não dá e não dará segurança aos cidadãos. Quem se beneficiará com isso são os assaltantes, contraventores e outros delinquentes. Suas armas clandestinas de origem duvidosa não serão apreendidas. Segundo, abrirá a esses maiores possibilidades para assaltos, invasões, pois quem tem arma legalizada será o primeiro a perdê-la, pois seus endereços serão identificados pelo registro ou pelo porte. Serão alvos certos para os bandidos, que se manterão armados, com toda certeza.
Faltará aos cidadãos de bem o direito legítimo de defesa, consagrado nas leis do País e por recomendação divina, pois o próprio Cristo, quando designou seus apóstolos e discípulos disse: ‘‘Eu vos mandarei ao meio de serpentes e feras, quem tem duas túnicas venda uma e compre uma espada(arma)’’. Um ex-governador de nosso Estado, se não possuísse um bom 38, teria perdido a vida e possivelmente de sua família também quando dois assaltantes invadiram seu apartamento. Sou contra a proibição do uso de arma a cidadãos honestos e responsáveis, que possuam capacidade psicológica para tal.
- ARY DE SOUZA FONTENELLI, servidor público, Telêmaco Borba
Paranaguá
Foi com muito orgulho que vimos a nossa querida Paranaguá estampada, através do patrimônio histórico, nas páginas desse conceituado jornal. Destacamos a sensibilidade e competência dos profissionais Elisa Marília Carneiro e Kraw Pena - que tão bem souberam interpretar e repassar a importância desse trabalho de resgate do nosso acervo histórico, arquitetônico e cultural.
O nosso respeito cresce dia a dia pela Folha de Londrina/Folha do Paraná, que com sua equipe está cada vez mais perto da comunidade, informando com seriedade e proporcionando ao leitor o prazer da boa leitura. Além disto, vocês estiveram conosco nos momentos difíceis, quando atravessamos o surto do cólera e demonstraram solidariedade para ajudar o município a resgatar a sua alta estima. Parabéns.
- MARIO MANOEL DAS DORES ROQUE, prefeito de Paranaguá
Descaso
A respeito da notícia ‘‘Hospital recusa paciente; homem morre’’, publicada dia 5: infelizmente, os responsáveis se safarão desta, pois cada um procurará transferir a responsabilidade para o outro. É uma vergonha a denúncia feita pelo médico de uma estrutura que não atende às necessidades da comunidade. Sugiro a esta senhora que entre com uma ação contra os responsáveis pela saúde pública. E que os insensíveis a estes problemas tenham consciência de que, no amanhã, poderá ser mais um a ficar sem atendimento. Infelizmente, agora vão oferecer à viúva o que foi negado ao esposo, mas ninguém poderá restituir uma vida que se perdeu. São uma vergonha estes tristes fatos.
- RONALDO JOSÉ NASCIMENTO, Lisboa (Portugal)
Vítimas
Somos vítimas de um sistema que protege os injustos e prejudica os trabalhadores da terra, que pagam os seus impostos em dia, esses sim vítimas reais da impunidade, que perdem as suas terras para anarquistas ‘‘sem-terra’’. Recentemente, assisti a uma discussão de autoridades como a vice-governadora Emília Belinati e o governador Jaime Lerner, personalidades que respeito, que assumiram um compromisso com os produtores de tomar posição diante desta bagunça. Mas, ao invés disto, fazem tipo de ‘‘agentes duplos’’, protegendo de um lado sem-terra e de outro produtores dignos. O governo deveria tomar um rumo, ou ficar do lado dos sem-terra ou dos produtores e sair de cima do muro. Queremos sim uma reforma agrária, mas com ordem. A reforma agrária é um problema social, mas que com boa vontade e menos burocracia, podemos solucionar juntos isso em plena democracia.
- PRISCILA MACHADO MARTINS, 16 anos, estudante, Londrina
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]

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