O leitor escreve





Estrada do Colono
Como cidadão e na qualidade de profissional como dever de promover a Justiça, venho a público reivindicar a abertura definitiva da Estrada do Colono, em prol das comunidades do Sudoeste e do Oeste paranaense, pela melhoria da qualidade de vida, e em especial pela defesa do direito de ir e vir garantido a todos os cidadãos brasileiros e estrangeiros, conforme asseguram a Constituição Federal e os documentos internacionais dos Direitos Humanos.
O acesso pela Estrada ou Caminho do Colono é um direito supremo, líquido e certo das pessoas. A trilha entre Medianeira e Capanema, já de utilidade pública, e seu uso disciplinado, não causam nenhum dano ao meio ambiente, não colocam em risco a biodiversidade ou ao sistema ecológico do Parque Nacional do Iguaçu. É de se considerar que os animais que vivem no local já se adaptaram, e como sabemos, eles se adaptam à natureza com muito mais facilidade do que o próprio homem.
Muito se fala em proteção e educação do meio ambiente, e a Estrada do Colono permitirá a realização de um trabalho ecológico educativo dentro do um contexto possível de desenvolvimento sustentável e qualidade de vida. É de se destacar que a Estrada do Colono foi aberta antes da criação do próprio Parque Nacional do Iguaçu. O meio ambiente não pode ser considerado patrimônio público, portanto não está sob o domínio do governo; e também não se trata de patrimônio privado, mas de um direito difuso, ou seja, de todos. Desta forma, não é legítimo que grupos ambientalistas, autoridades públicas e demagogos radicalizem, obstaculizando a efetivação do direito de acesso ou de locomoção através de argumentos insólitos. Em nome da soberania nacional e de lícita vontade popular, somos pela abertura definitiva da Estrada do Colono.
- CÂNDIDO FURTADO MAIA NETO é procurador de Justiça de Foz do Iguaçu
Acorda, Maringá
Maringá, tu és tão bela, dona de um povo hospitaleiro, pólo de uma parcela importantíssima da economia paranaense, senão brasileira. Dona de uma ótima universidade, que foi destaque no Provão do MEC. Enfim, Deus a concebeu com todos os adjetivos necessários para ser digna da sua beleza. Mas tenho que, ‘‘data venia’’, falar que seu povo não está preocupado com o seu futuro, e sim, tão só com o sono, como mostra a notícia ‘‘Apito de trem irrita maringaenses’’ (Folha Cidades do dia 15). De fato, todos têm que despertar, entretanto, para se manifestar e exigir soluções para viabilizar o futuro que não está distante. E, manter viva, não só, a Maringá dos sonhos.
Infelizmente, o que se vê atualmente são projetos inviáveis sob a ótica financeira e prática: obra inacabada e parada para manter (eternamente) os trilhos do trem de carga no centro da cidade através de um túnel, o qual resolverá uma ínfima parte ao longo da Grande Maringá. A obra, até agora, serviu de palco para desenhos em nível nacional, como o caso da pescaria, quando alguém colocou peixes no tanque criado ali (na passagem de nível da Av. Pedro Taques), além dos notórios acidentes.
Outra obra em Maringá: o aeroporto, que já foi inaugurado, mas até agora está sem nenhuma função. E outra, também inacabada e parada, do viaduto da Av. Colombo, que arranhou o desenvolvimento das empresas circunvizinhas. E por falar em Av. Colombo, há alguma proposta no sentido de duplicar o acesso para quem chega de Campo Mourão e vice-versa para solucionar o caos naquela via?
Alimento uma profunda afeição e respeito por Maringá, onde tive parte de minha formação, por isso rogo e manifesto: acorde povo maringaense, mas para as reais necessidades da Grande Maringá: não há que se discutir a quantidade de apitos, se dez ou cinco ou dois, se alto ou baixo.
Será que esse insistente apito não é para despertar a consciência do cidadão? Se ficarem dormindo, assim, sempre vão ter a formosa Maringá somente nos sonhos. E quando, de fato, acordarem, verão que tudo foi apenas um sonho, e, aí poderá vir o pesadelo de experimentar o desagradável sabor de viver na retaguarda do progresso.
- JOSÉ LOURIVAL RODRIGUES VASCONCELOS, advogado, Londrina
Mãe de Deus
O Colégio Mãe de Deus e o Movimento Apostólico de Schoenstatt, em Londrina, agradecem a presença e participação marcante dos devotos da Mãe, Rainha e Vencedora Três Vezes Admirável de Schoenstatt na santa missa em ação de graças e romaria em comemoração aos 49 anos do Santuário. Parabenizamos a imprensa por ter desenvolvido um ótimo trabalho de divulgação que, sem dúvida, muito contribuiu para incentivar a participação de mais de 3.000 pessoas nesta grande homenagem a Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe.
Ao nosso arcebispo D. Albano Cavalin, nossa gratidão e admiração por ter traduzido tão concretamente a tarefa do Santuário para a evangelização das famílias, em toda a Arquidiocese de Londrina. Um agradecimento especial ao prefeito Antonio Belinati, à secretária municipal de Cultura, Ângela Marçal, e às demais autoridades presentes na celebração, que demonstraram valorizar o que em verdade representa este pequeno Santuário para a cidade e o povo de Londrina.
- IR. M. DIONÉIA LAWAND, diretora do Colégio Mãe de Deus, Londrina
Prejuízo
A respeito da reportagem ‘‘Fazendeiro quer prejuízos ressarcidos’’, publicada dia 16: supondo que o produtor da matéria entre em juízo (é justo!), o encargo cairá sobre todos nós, contribuintes. Mas, se todos os prejudicados fizerem como ele, talvez nossos governantes acordem e dêem um basta nessa turma de aventureiros - e, em se confirmando as denúncias do sr. Pagano, larápios! - que se esconde sob a sigla MST. É uma vergonha que uma fazenda produtiva tenha sido ocupada por 40 dias. É inconcebível que esses lances políticos do MST passem impunes. Onde está o poder público que nós contribuintes pagamos?
- MARDEN CICARELLI, Belo Horizonte
Shopping
Em nenhum momento da reportagem ‘‘Royal Plaza entrega espaços a lojistas’’, publicada na última Folha Imobiliária, e de outras sobre o empreendimento, é citado o autor do projeto arquitetônico e a construtora. Reclamo como profissional de arquitetura que por várias vezes verifica que nós arquitetos somos preteridos em vários artigos sobre construção civil.
- FRANCISCA CURY, arquiteta, Curitiba
NR. A Folha reconhece que falhou em não citar todos os profissionais envolvidos, e informa a relação completa da equipe que projetou e a empresa que executa a obra: engenheiro Luiz Roberto Parizzoto (responsável técnico), engenheiro Flávio Teruo Tomita (projeto de Engenharia Elétrica), arquiteta Eneida Janice Fernandes (projeto arquitetônico interno) e Construtora Granacon.
Correção
- Na edição de ontem da Folha 2, página 1, a legenda da foto da atriz Emmanuelle Beart está incorreta: ela não integra o elenco do filme ‘‘Felicia’s Journey’’ e sim do filme ‘‘Le Temps Retrouv钒.
- Média de veículos/dia na Estrada do Colono em 1996 era de 76,7, sendo só 8 caminhões e não como foi publicado no quadro ‘‘Os Argumentos’’, nos cadernos ‘‘Folha Curitiba’’ e ‘‘Folha Cidades’’.
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]

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