O leitor escreve





Detalhes não são detalhes
Qual é a melhor marca de televisão atualmente? E a melhor marca de geladeira? Qual é a melhor loja de confecções? Cada vez mais as marcas concorrentes e de mesmo segmento avizinham-se mais na vertente qualidade. E esta tendência também pode ser percebida no comércio e na prestação de serviços.
Para ilustrar mais a questão, propõe-se uma pergunta para diversas pessoas: Qual a diferença da loja ‘‘A’’ para a loja ‘‘B’’? As respostas a esta pergunta certamente serão: ‘‘Lá eles me atendem bem!’ ‘‘Naquela loja eles servem um cafezinho muito especial!’ ‘‘Eu gosto de ir lá porque lá tem televisão, revistas!’ ‘‘Lá é tudo tão limpinho!’ ‘‘Eu gosto de ir lá porque eu me sinto à vontade!’ As repostas cada vez mais referem-se aos detalhes que compõem o estabelecimento e menos ao produto ofertado em seu sentido restrito.
Como qualidade hoje é fator indispensável em qualquer empresa que queira estar participando ativamente do mercado, obviamente que o objeto principal todas têm, que é o produto ou serviço na sua forma bruta. O diferencial está na maneira com que o mesmo é ofertado ao consumidor. Portanto, detalhes, hoje em dia, não mais ‘‘detalhes’’. Deve-se mudar a idéia de que os detalhes não importam, porque são eles que muitas vezes podem ser os responsáveis pela ascensão ou não de determinada empresa.
Diante dessa realidade, os detalhes podem ser responsáveis em deixar uma empresa em evidência em relação a outras. Partindo do pressuposto de que detalhe é algo que não é importante, o mesmo passa a não mais existir no campo empresarial. Pois detalhe, atualmente, não significa mais pormenor ou minúcia que pode passar despercebida.
- CRISTIANO MOLINARI BISPO, Campo Mourão
Armas
Os marginais não compram armas em lojas, pagando altas taxas de registro, sujeitando-se às rigorosas exigências legais e esperando até 60 dias para tê-las em mãos. É o cidadão honesto, contribuinte, apavorado e cansado de esperar que o Estado cumpra com as suas obrigações essenciais, que por um direito sagrado de defender a si, a sua família e o seu patrimônio é que vai até uma loja na busca de um meio de sobrevivência. Afirmar que as armas nas mãos de pessoas que querem apenas se defender da violência é um incremento da criminalidade, é uma falácia que nos é imposta pelos ‘‘especialistas’’ e ‘‘autoridades’’ de plantão. São muitas as situações em que pessoas, portando arma, reagiram a assaltos e se saíram bem.
Mas que não são estatísticas, pois essas pessoas não registram a ocorrência na Polícia, logicamente com medo de qualquer complicação com a lei. Até quando temos que aguentar as afirmações de que temos que exigir e acreditar numa melhor atuação da Polícia e da Justiça contra os altos índices de criminalidade? Mesmo que houvesse uma polícia eficiente, ela jamais seria onipresente, e qualquer um estaria sujeito a todo tipo de violência. Hoje o cidadão acuado está à mercê dos marginais, de um Estado falido e de idéias medíocres ‘‘salvadoras da pátria’’.
- SANDRO ANTONIO MACHADO, auxiliar administrativo, Ibiporã
Acidentes
Somente do dia 14 até 18 deste mês, três acidentes entre a UEL (Universidade Estadual de Londrina) e o Jardim Novo Bandeirantes, em Cambé, ceifaram a vida de duas pessoas. A Polícia Rodoviária já demonstrou através de estatísticas que este trecho da PR-445 é o mais perigoso do Norte do Paraná, superando inclusive a temida Serra do Cadeado (Apucarana-Londrina). Quantas pessoas ainda terão que morrer nesse fatídico trecho para que nossas autoridades tomem medidas sensatas para acabar com tanto sofrimento? É preciso pensar também nos pedestres e ciclistas que a cada dia trafegam por esse trecho sem ao menos contarem com uma ciclovia. É preciso que haja uma solução sem mais delongas. Afinal, qualquer investimento que seja feito para sanar esse problema e diminuir o número de mortos estará mais do que justificado.
- MARCOS RICARDO GOMES, Londrina
Legislativo
Sobre a notícia ‘‘Álvaro propõe redução do Legislativo’’, publicada ontem: o debate em torno das despesas públicas envolve a sociedade e se focaliza sempre no Executivo, tendo como consequência, então, a demissão de pessoas, ou o aumento da arrecadação, que implica em maior carga tributária e que, por sua vez, gera mais pobreza entre a população. É raro quando a questão é trazida pelo foco no Legislativo. É necessário, daí, que algum parlamentar se disponha a enfrentar o corporativismo e mostre o lado vulnerável da instituição legislativa, propondo o início da solução pela sua própria casa. Espero que essa iniciativa respeitável siga tramitação normal, urgente e seja aprovada.
Logicamente, o Senado deve estar incluído.
- BENHUR ANTONIO BACEGA, Foz do iguaçu
Agradecimento (1)
Ao final de meu mandato de dois anos à frente do Conselho Executivo da Anfip (Associação Nacional dos Fiscais de Contribuições Previdenciárias), venho agradecer a esse importante órgão de imprensa a acolhida que me foi proporcionada para manifestação, em artigos publicados com destaque, de análises acerca de problemas de interesse da Nação, ou relacionados à categoria que nossa entidade representa.
Certo de que esse veículo de comunicação continuará exercendo com brilhantismo sua nobre missão de informar, subscrevo-me, fazendo votos de que a cordialidade de relações com nossa entidade prossiga no decorrer da gestão do novo Conselho Executivo.
- SEVERINO CAVALCANTE DE SOUZA, Brasília
Agradecimento (2)
Como membro da bancada ruralista na Assembléia Legislativa do Paraná, queremos agradecer o artigo publicado no dia 7 de maio, sob o título ‘‘O MST está acima da Lei?’. O espaço foi muito importante para que a população tenha conhecimento da urgência de uma reforma agrária justa e pacífica.
- DIVANIR BRAZ PALMA, deputado estadual, Curitiba
Aposentadoria
Nem o finado Dias Gomes daria um jeito nessa novela da aposentadoria, tendo em vista que existem velhinhos com idade superior a 65 anos tendo que provar ao INSS que trabalharam para se aposentar. Se eles não tivessem trabalhado, como estariam vivos até hoje?
- CÉSAR EDUARDO SANCHES, Cornélio Procópio
Pedágio
Sou apenas um usuário das rodovias, só que viajo o Brasil inteiro, ando em média 100.000 quilômetros anuais. Então, acho que se é para cobrar pedágio, então eu deveria deixar de pagar o IPVA, que só neste ano me levou R$ 594,00. É uma vergonha eu pagar duas vezes pela mesma coisa. É um roubo.
- DANIEL DINIZ JUNIOR, Londrina
Correção
- Por erro de edição, notícia ‘‘HC ameaça paralisar procedimentos’’, publicada na página 3 de ‘‘Folha Cidades’’ e ‘‘Folha Curitiba’’, não especifica claramente a localização do Hospital das Clínicas, em Curitiba.
- Pelo mesmo motivo e na mesma página dos referidos cadernos, título correto de notícia na parte inferior é ‘‘Municípios sorteiam carro zero para ajudar hospital’’
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]

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