O leitor escreve





História de amor em Auschwitz
Ao colocar online a história dos prisioneiros Jerzy e Cyla que, apaixonados, conseguiram a façanha de fugir de Auschwitz, a Abknet tinha por objetivo colocar na rede mais uma reportagem como sempre. Nossa homepage tem o intuito único de mostrar alguns dos trabalhos mais interessantes que realizamos para a imprensa brasileira, principalmente para a Rede Globo de Televisão, cujo escritório em Londres é nossa cliente desde 1995, além de notícias da Europa de língua alemã. Jamais esperamos que a história do casal tivesse repercussão tão grande. Brasileiros de todos os recantos do País e do exterior passaram a se conectar na nossa homepage e a enviar e-mails, alguns dos quais emocionantes.
Nossos contadores acusaram nos meses de março (início da publicação) e abril o número de mais de vinte mil visitas exclusivamente às páginas da história, tornando-se nossa história um ‘‘best seller virtual’’, já que se trata quase que unicamente de textos. Uma referência na revista ‘‘Veja’’, bem como uma qualitativa reportagem publicada no caderno Folha2 da Folha de Londrina/Folha do Paraná, no dia 18 de abril, deram-nos a certeza de que o assunto merece ser tratado de uma forma mais aprofundada. Nós decidimos transformar em livro e publicar de forma mais detalhada esta história de amor, resistência e fuga do coração da máquina de morte nazista. Um primeiro contato neste sentido com uma editora brasileira infelizmente fracassou, motivo pelo qual não podemos no momento divulgar ainda uma data para tal. Asseguramos, entretanto, que nossos trabalhos estão em estado avançado e o livro com a história de Jerzy e Cyla sairá tão logo possível. Em último caso, a Abknet financiará a edição e a venderá online.
Será fato inédito um livro deste tipo ser publicado primeiramente em português, da mesma forma como foi inédita sua publicação online, sobretudo. Importante ainda que, sem a Internet e a propaganda boca a boca (que funciona até mesmo no mundo virtual), bases principais para explicar o sucesso da história, o caso talvez nunca recebesse tanta repercussão. Agradecemos a todos vocês e prometemos continuar merecendo a atenção.
- EQUIPE DA ABKNET NA ALEMANHA
NR: o endereço do site é http://www.abknet.de
Lombadas eletrônicas
Na última terça-feira, dia 11, foi divulgada em rede estadual a retirada de lombadas eletrônicas em toda região de Londrina e a sua substituição por semáforos ou radares. Qual seria o finalidade dessa decisão? Seria diminuir os gastos públicos? Ou seria aumentar os lucros públicos? O objetivo do Código de Trânsito Brasileiro é exercer o direito de trânsito seguro, não desfalcar o bolso dos condutores de veículos. Primeiramente, quando estavam em exercício os controladores de velocidade, todos, ou pelo menos grande maioria dos habilitados respeitavam o limite de velocidade permitido, evitando acidentes.
Agora os motoristas trafegam pela cidade e percebem que não mais existem as lombadas eletrônicas, surgindo então indagações: qual a velocidade a ser controlada agora? Será a mesma de antes? Será o permitido pelo Código de Trânsito nas vias arteriais? Será que não deveria ser colocada uma nova sinalização alertando qual a velocidade permitida? Realmente esse é o tipo de coisa que revolta. Muitos acidentes foram evitados com essas lombadas e agora são retiradas. Tudo bem, os gastos públicos precisam ser diminuídos, no entanto que sejam implantados outros métodos de segurança no trânsito todos os dias, que protejam os cidadãos.
Esses radares deveriam estar instalados todos os dias, não um dia aqui, outro acolá. O objetivo da fiscalização e do policiamento é assegurar o exercício do trânsito seguro e não meramente multar as pessoas que são pegas de surpresa por radares, como se esses fossem armadilhas dando a impressão de que o poder público está sendo desonesto e injusto. Não se pode chamar de infrator ao Código de Trânsito segundo seu Artigo 218, inciso I, alínea ‘‘a’’, o condutor de um veículo que passou pelo radar a 62 km/h onde o permitido era 60 km/h, pois 0.2 km/h a mais ou a menos não irá provocar ou evitar um acidente. Infelizmente isto está acontecendo, o que revolta e desestimula a acreditar de que realmente o objetivo da fiscalização do trânsito é de proteger a segurança e não em algumas, ou muitas vezes arrecadar dinheiro dos supostos infratores.
- KELLYN CRISTINE GASPARELLO MARCOLINO, Londrina
Trânsito
Gostaria de demonstrar minha indignação com a Urbs (Urbanização de Curitiba S/A) e com o seu Estacionamento Regulamentado (Estar). É impressionante como nós, cidadãos comuns, pagamos um determinado preço por pura incompetência e falta de bom senso desse órgãos públicos que, ao invés de prestar um serviço eficiente, só cria transtornos e prejuízos à população.
Dias destes estacionei o meu carro na Rua Visconde do Rio Branco, esquina com a Emiliano Perneta por volta de 12h45. Ao descer do carro procurei, em vão, pela moça responsável nas vendas desses cartões durante 5 minutos. Como não vi nem sinal da moça e chovia, fui almoçar. Exatamente uma hora depois, ao pegar o carro para retornar ao trabalho, havia uma notificação no pára-brisa indicando a falta do cartão. Fui conversar com a moça e pedir que ela não cobrasse a ‘‘multa’’. Tudo em vão. Para regularizar a situação eu tive duas alternativas: ou pagava R$ 6,00 (preço 6 vezes maior que o normal) ou assinava uma multa de 50 Ufirs. É óbvio que optei pela primeira alternativa.
Por isso, cada dia mais ficamos incrédulos e assustados com as ‘‘pessoas’’ que comandam o poder público pela total falta de respeito com os cidadãos que, religiosamente, pagam os seus impostos.
- DANILO PRAZERES, Curitiba
CPI
Realmente, o Ciro Gomes (ex-ministro da Fazenda) tem razão. CPI nenhuma tem um bom resultado ou ‘‘resultado positivo’’. O que adianta instalar CPI em todos os lugares ou instituições com atitudes duvidosas se a sociedade não ficar esclarecida do que acontece ou omitem os resultados? O que adianta a esquerda cobrar, mostrar dados, sugerir se não vão adiante nas investigações?
No Brasil temos muitos casos de roubo, desvio de verba, de dinheiro público pago com o dinheiro do nosso e não são esclarecidos os resultados, muito menos as punições, se é que elas existem.
Sugiro então um documento oficial que deveria ser lançado pela imprensa nacional e que circulasse dentro dos jornais - mensalmente - tipo ‘‘diário oficial das corrupções’’. Nele deveriam constar todos os problemas citados aqui para esclarecimento geral da Nação.
- ANA CECÍLIA PEIXOTO, socióloga, Fortaleza (CE)
Correção
- Na nota ‘‘Previdência’’, publicada ontem na página 4 do primeiro caderno, foi omitido o nome do procurador jurídico da União de Vereadores do Brasil, que fez palestra ontem em Arapongas. Trata-se do advogado Vicente Aquino.
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]

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