O Leitor Escreve
Carteiras estudantis
Nos dias de Exposição Agropecuária e Industrial de Londrina ocorre algo que não entendo: o uso das carteiras estudantis que os alunos devem comprar para ter direito a pagar metade do valor da entrada em alguns recintos. Será que para se provar que é estudante tem que pagar R$ 15 (como no meu caso, por ser universitário) ou mais para obter tal carteira? Será que aquela carteira com que se compra passe ou as que são fornecidas pelos próprios colégios ou escolas para que os alunos tenham acesso ao estabelecimento não servem para provar que tais alunos são estudantes?
Se estas não servem, dou uma sugestão: é só as instituições de ensino prepararem uma declaração contendo o número de matrícula, número da carteira de identidade e mais alguns dados que comprovem que o aluno está matriculado naquele ano, e este com tal declaração e a cédula de identidade poderia desfrutar de tal privilégio. Pois já imaginaram uma família com três ou mais estudantes desembolsar no mínimo R$ 45 para adquirir tais carteiras? E mais: por que um valor tão alto para se adquirir estas carteiras, se as instituições que as fazem não têm objetivos financeiros, ou será que têm e não sei?
Na terça-feira, dia do show de Chitãozinho e Xororó, foi permitido que os alunos entrassem com as carteiras fornecidas pelos colégios, e no meu caso foi aceita a carteira do Restaurante Universitário mais a apresentação do RG. Na quarta-feira, isto já não foi mais aceito e a moça da portaria disse que tinha recebido ordem da diretoria proibindo novamente a aceitação destas. E quem foi com o dinheiro contado para assistir ao show e já tinha pago pelo estacionamento do carro (o que não é barato), o que fez? Infelizmente a nossa maravilhosa Exposição de Londrina peca em alguns detalhes.
- ANDERSON C. SOUZA, Londrina
Reciclagem
Sou jornalista em Cuiabá e li na Folha, via Internet, o caso da Central de Medicamentos do Paraná. Imediatamente encaminhei um e-mail ao secretário de Saúde do Paraná, Armando Raggio, criticando o fato e principalmente para sugerir que parte do material fosse reaproveitado como embalagens, bulas, tampas e vidros. No mesmo dia passei cópia do e-mail (via fax) para a sra. Deisi Sueli di Pietro, responsável pelo caso. Dia 15 de abril recebi e-mail do chefe de gabinete da Sesa, Carlos Pospissil Moutinho, dizendo que ‘‘a sugestão de reciclagem seria encaminhada para análise técnico-financeira, respeitadas as limitações legais sobre o assunto.’
Diante dos fatos - e como foi matéria principal na Folha - encaminho estas informações no propósito de que ela possa acompanhar o caso e verificar se existe por parte da Secretaria alguma decisão nesse sentido. Sugeri que o dinheiro arrecadado na comercialização da embalagem poderia ser revertido à própria Secretaria, ao setor de Saúde. Afinal, cerca de 3 toneladas de material podem valer alguma coisa.
- ALBERTO ROMEU PEREIRA, Cuiabá
Movelpar
Quero expor minha indignação pela proibição da entrada de crianças com idade inferior a 14 anos no Expoara, em Arapongas, recinto da Movelpar. Esta regra deveria ter sido publicada juntamente com os inúmeros outdoors espalhados pela cidade, divulgando o evento. Este simples fato evitaria o dissabor de ser barrado na entrada da feira, sob a simplória alegação que dentro do pavilhão estavam expostos móveis que poderiam ser danificados. Ora, partindo deste pressuposto, nenhuma loja de móveis deveria permitir a entrada de crianças.
Como consumidora, acredito que eu e meus filhos deveríamos ter sido tratados com mais respeito. Para mim, a Movelpar, representada por seus expositores, precisa aprender sobre os conceitos básicos de administração mercadológica, pois as crianças de hoje são tão consumidoras quanto os adultos.
- ROSELENE MÁRCIA FRANCIS, Londrina
A verdade
Ao ler o artigo de Jorge Luiz Vieira Trannin, publicado ontem na Folha, não contive o desejo de escrever para parabenizar o autor. A cada linha aumentava minha emoção ao aprender mais das promessas e do amor de Jesus por nós e que alguns, que pensam que sabem algo, deturpam a Verdade completamente. Mas, como papel aceita tudo, somente pela misericórdia d’Ele para que o que o jornalista Walmor Macarini escreveu não deturpe mente das pessoas que ainda não conhecem a Verdade. Desejo que Jesus ilumine e abençoe sua vida.
- REGINA DE OLIVEIRA, Londrina
Droga
Agradecemos reportagem da repórter Vivian de Albuquerque, publicada dia 9, referente ao livro ‘‘Filhos que usam drogas - Guia para os pais’’. É bom saber que podemos contar com o apoio da Folha na divulgação do livro.
- FERNANDO SIELSKI, Curitiba
Correção
O superávit fiscal brasileiro no primeiro semestre do ano foi de US$ 7 bilhões, e não de US$ 7 milhões, como foi incorretamente publicado ontem na primeira página da Folha.
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]

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