O Leitor Escreve
MST e MSD
MST (Movimento dos Sem Terra) é grupo de indivíduos que, mediante ação criminosa, visa subtrair para si propriedade rural, geralmente dos pobres; MSD (Movimento dos Sem Dinheiro) é grupo de indivíduos que, mediante ação criminosa, visa subtrair para si dinheiro, geralmente dos bancos. Membros do MST, para atingir seus fins, praticam crimes de formação de quadrilha (Artigo 288 do Códio Penal), extorsão (158), incitação ao crime (286), sequestro e cárcere privado (148), roubo de cargas de gêneros alimentícios (157), furto (155), constrangimento ilegal (46), esbulho necessário (Artigo 161, 1º, II) etc, tudo em co-autoria com certas autoridades do Poder Executivo, que, de qualquer modo, concorrem para o crime (Artigo 29), com tolerância das demais autoridades que têm o dever de coibi-los (Artigo 100).
Membros dos MSD, para atingir seus fins, em regra, praticam os crimes de formação de quadrilha (Artigo 288) e roubo (157). Membros do MST, em benefício dos crimes praticados, recebem do Incra terras, financiamentos, dinheiro, cestas básicas, assistência médica, segurança e ainda promessa de desarmamento de suas vítimas, para que não as pratiquem ato de legítima defesa de sua pessoa (Artigo 23, inciso II) ou de sua propriedade (Artigo 502 do Código Civil).
Membros do MSD, por enquanto, não têm todas essas regalias. Têm, até o momento, atenção, proteção, assistência e carinho dos membros das instituições dos direitos humanos e ação das autoridades de desarmamento da população idônea e honesta, para que não os exercitem o direito de legítima defesa.
Leis temos. Faltam autoridades. E as que temos, protegem os criminosos. Os brasileiros idôneos e honestos, que trabalham, são obrigados a pagar tributos ao Poder Público, para que este os repasse aos criminosos, os quais vivem na ociosidade. Aqui, no Brasil, leis são direcionadas às pessoas idôneas e honestas.
- ADÉLIO DRUCIAK, advogado, Umuarama
Quem paga o desperdício?
Ontem fui ao supermercado de uma grande rede de Londrina e durante a compra fui ficando irritado pois tudo havia aumentado de preço. Segundo as informações que recebemos diariamente pela imprensa, as altas se deram por causa do aumento do dólar alguns meses passados. Na gôndola que expõe açúcar, sal e farinha, dentre outros, deparei novamente, como todos os meses desde o início da minha existência, com muitas embalagens furadas ou rasgadas e alimentos desperdiçados. Tive que escolher, dentre aproximadamente 5 ou 6 pacotes, a fim de encontrar um em bom estado.
A pergunta que deixo para alguns políticos que também frequentam supermercado: será que você nunca presenciou uma situação destas, e não teve vontade de tomar providência para mudança ou reforço das embalagens, visando evitar desperdício e prejuízo no bolso do consumidor, pelo salário que você recebe? Os combustíveis também aumentaram pelo aumento do dólar e do barril de petróleo. Segundo o que mostra o câmbio atual, o dólar baixou de preço em referência aos meses passados. Por que os derivados do petróleo também não acompanharam essa queda? Se alguém tiver como explicar (não enrolar) ficaria grato!
- CARLOS ROBERTO GIUFRIDA, Londrina
Denúncia
A Ciranda (Central de Notícias dos Direitos da Infância e da Adolescência) parabeniza a Folha pela notícia ‘‘Menores são mantidos em local precário’’, publicada dia 15 na primeira página de Folha Cidades. A denúncia não deve ser o único meio de resguardar os direitos da infância e da adolescência, mas é sem dúvida uma forma de chamar a atenção para esses direitos. Para nós é uma grande alegria poder contar com a preocupação social desses jornais.
- PAULA BAENA, coordenadora executiva, Curitiba
Cartórios
É de se reconhecer a perda no faturamento dos cartórios de Registro Civil a partir do novo regramento (‘‘Cartórios Cíveis querem alternativa de renda’’, notícia publicada ontem). Por que, então, já que se apresenta como tão unida a classe dos notários públicos, não se cria um fundo entre eles próprios para atender aos reclamos dos seus colegas, ao invés de transferir mais esse ônus para a população? Não sejamos ingênuos. Quando o assunto é pôr a mão no próprio bolso, a solidariedade arrefece.
- ALTAIR M. PEREIRA, Recife
Ramondini na Bandeirantes
Durante 20 anos tive o privilégio de trabalhar como diretor-geral da TV Tropical (CNT) de Londrina, onde conquistei milhares de amigos e estabeleci inúmeras parcerias comerciais de grande sucesso. Para isso, pude contar com o apoio e a amizade sincera de inúmeros londrinenses e paranaenses, que tornaram aquele canal de televisão conhecido e respeitado em todo o Estado. Mas de ora em diante, outro desafio se me apresenta como diretor-comercial da TV Londrina (Rede Bandeirantes), em cuja função espero contar com a sempre benevolente colaboração e o apoio de amigos para fazer daquele canal de TV uma bandeira e um pólo irradiador, não só de notícias, mas de novos negócios e novas parcerias.
- MARCO ANTONIO RAMONDINI, Londrina
Educação
A respeito da reportagem ‘‘Programa alfabetiza servidores’’, publicada dia 16: meus cumprimentos ao prefeito de Umuarama, Fernando Scanavaca, pela bela iniciativa, que deveria ser seguida por todos os prefeitos do Brasil. Cada escola ou sala de aula construída ou instalada no presente, será uma cadeia a menos no futuro.
- ANTONIO CARLOS ROCHA FILHO, Rondonópolis (MT)
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]

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