O Leitor Escreve
O Leitor Escreve
PAI (1)
O PAI (Pronto Atendimento Infantil), cuja inauguração acontece em meio ao foguetório da administração municipal, tem papel muito importante para Londrina. Os recursos utilizados para a construção do prédio poderiam ter sido usados tendo como base o modelo da saúde e não o da doença. Com um pediatra pela manhã e à tarde em todos os postos de saúde, introdução do plantão pediátrico nas unidades 16 e 24 horas e um centro diagnóstico (como o próprio Centrolab) teríamos resultados melhores, já que a equipe de saúde no bairro tem capacidade de acompanhar a vida da sua comunidade propondo ações preventivas de saúde. O atual modelo, ao qual está incluído o PAI, é centralizador e dificulta o acesso da população aos serviços.
No entanto, o PAI é uma realidade, promessa de campanha cumprida. A partir de agora, a comunidade tem papel fundamental. Precisamos acompanhar os passos para que o serviço funcione de forma adequada, não falte atendimento à população e, principalmente, tenha qualidade técnica e humana. Afinal, como a propaganda oficial, todas as crianças agora têm um PAI. O serviço de saúde tem a responsabilidade de garantir plantão permanente dos pediatras, enfermeiros e auxiliares. As equipes têm que ser preparadas para atender à demanda, seja para encaminhar nossas crianças a um hospital ou que tenham prosseguimento do tratamento na rede básica de saúde.
- NELSON CARDOSO, presidente do Conselho de Saúde da Região Sul de Londrina
PAI (2)
Gostaria de parabenizar a prefeitura de Londrina, pela conclusão de mais uma obra muito importante para a nossa cidade, Pronto Atendimento Infantil (PAI), que com certeza irá ajudar muito as crianças de nossa cidade. Parabéns ao prefeito Antonio Belinati e sua equipe.
- ANTONIO DE OLIVEIRA, Londrina
Controle de velocidade
Controlar o abuso de velocidade é obrigação das autoridades, mas nunca de forma a criar prejuízo proposital que castigue o infrator e, ao mesmo tempo, inocentes também. Quebra-molas altos e que, mesmo em baixa velocidade, castigam o fundo dos automóveis, especialmente os importados, de carroceria baixa, e mesmo que a lei estabeleça características dos quebra-molas, muitos ainda não foram adequados. Quebra-molas em estradas de velocidade e com sinalização precária, apesar da placa ao lado do obstáculo, com desenho da flecha apontando o quebra-mola.
Quebra-molas traiçoeiro, o eletrônico, como os da entrada e saída de Londrina, em direção ao Shangri-lá, na curva e entrada e saída, sem sinalização adequada, onde o motorista, a 45 km/h, quando se dá conta é fotografado. Esses obstáculos eletrônicos deveriam se localizar nos trechos de ruas e estradas ou realmente se trata de traição e engodo em busca de multa, que favorece também a Prefeitura. A lei deve educar e não simplesmente castigar e muito menos trair os que devem ser conduzidos à disciplina e muito menos os que têm razão e interesse de que a disciplina deva ser mantida.
- FAHED DAHER, Apucarana
Sequestro
Infelizmente chegamos a um ponto em que todos nós corremos o risco de um sequestro. Estão sequestrando até filho de dono de padaria em troca de dez mil reais. É a miséria, a falta de educação/escolas, a fome, o desemprego, a recusa de oportunidades aos jovens de ingressarem no mercado de trabalho, e aos mais velhos também, que perderam seus empregos e não conseguem outro. É a completa e total falência do Estado em todos os sentidos. Andamos até cansar e não notamos policiamento ostensivo. É a instalação literal do caos. A única providência que esses políticos pilantras tomam é dar nosso patrimônio, nosso dinheiro aos estrangeiros enquanto o país pega fogo. Esse fogo deveria pegar lá em Brasília, destruindo Câmara e Senado, juntamente com o Palácio do Planalto. O Brasil assim estaria livre das pragas que provocam esse triste estado de coisas a que chegamos, onde não há a menor, a mais ínfima perspectiva de superação. Pobre povo brasileiro.
- FERNANDO EGYPTO BEZERRA, Rio de Janeiro (RJ)
Pagando pecado
Li com indignação, sexta-feira, 19, notícia com o título Cobradora assassinada em assalto a ônibus. Era Ana Conceição, 54, que rezava todos os dias para que nada de mal lhe acontecesse. Às vezes também fico pensando por que Deus não ouve nossas preces. Tenho uma irmã de 30 anos, há 9 anos no leito com problemas de coração, sem fazer nenhum movimento. Rezamos muito por ela, mas às vezes achamos que Deus não ouve nossas preces. Por que tanto sofrimento? Será que está pagando pecados em vidas passadas, como dizem os kardecistas, ou paga algum pecado na encarnação atual? Ou esse sofrimento é para receber algo no paraíso? Por que tanto sofrimento a um dos seus filhos? Ana Conceição só queria trabalhar para ter um pouco mais de conforto e minha irmã Rose apenas viver como qualquer um de nós. Por isso faço a mesma pergunta de Cristo, dois mil anos atrás: Pai, por que nos abandonaste?
- DERIVALDO GONÇALVES CHAVES, Sabáudia
Correção
- Diferentemente do que foi publicado ontem no serviço da coluna de Gastronomia, página 5 do caderno Folha 2 (edição que circula em Londrina e região), a estréia do programa Diário de Olivier, no canal GNT, é hoje, às 20h30.
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]





