O leitor escreve

Pedágio
O governo só deve aumentar o valor do pedágio se além das duplicações de trechos já citados forem incluídos também o início imediato do trecho Campo Mourão-Cascavel (já previsto) e outros não previstos nos contratos de concessão com as concessionárias, ou seja: Cornélio Procópio - divisa PR/SP, e Cascavel-Guarapuava, pois somente assim o tão falado Anel de Integração iria estar completo e realmente integrando alguma coisa. Acontece que ao invés de pensar nos diversos benefícios e principalmente na segurança dos usuários, a desculpa se baseia sempre no fluxo de veículos sem considerar os extremos que estariam se interligando com tais benfeitorias. Porém analisando bem fica fácil de entender tais argumentações ‘‘técnicas’’, afinal político só anda de avião.
- ÁLVARO JOSÉ MANCHINI, Londrina
Infratores
Pelo que notamos diariamente nas notícias criminais, os infratores, em sua imensa maioria, são ‘‘menores’’ de 18 anos. A Justiça tem que se atualizar, à medida que a bandidagem se atualiza também. As armas mais sofisticadas estão nas mãos dos marginais, e a idade deles predominantemente é de 15, 16, 17 anos. Portanto, para praticar crimes eles são maiores, mas para responder pelos mesmos, aí são menores. Isso tem que acabar e que se coloque atrás das grades esses ‘‘menores’’ criminosos que não hesitam em atirar em alguém até para roubar um simples relógio adquirido num camelô.
O mais correto seria a adoção da pena de morte para quaisquer tipos de crimes com morte. Matou, tem que morrer. Olho por olho, dente por dente. Essa palhaçada de ficar em ‘‘cana’’ comendo, bebendo, tomando sol e fugindo logo em seguida para continuar a roubar e matar inocentes tem que acabar até porque quem sustenta essas mordomias somos nós. Chega de sustentar vagabundos! Já basta termos que sustentar outro tipo de parasitas, que são os políticos com suas politicalhas.
- FERNANDO EGYPTO BEZERRA, Petrópolis
Aluno mais caro
Se os números não são exatamente os divulgados não importa. O fato é escandaloso. Nosso ensino fundamental, que deveria ser público, de excelente qualidade e gratuito, para garantir a igualdade de oportunidades em nosso País, não tem recursos suficientes, pois o ensino superior consome tudo e continua gratuito. É a maior injustiça que se conhece. O falso argumento de que se fosse pago afastaria os pobres é que dá sustentação a essa política. Os pobres que revelassem competência para realizar o curso superior deveriam contar com bolsa ou financiamento.
Os que dispõem de recursos que façam o investimento no curso superior com seu dinheiro e não o do contribuinte. Nos EUA, as famílias de classe média que desejam assegurar aos filhos condições de frequentar curso superior, começam a poupar quando eles ainda são crianças. E podem fazê-lo porque o ensino público fundamental é de excelente qualidade. Para os que não têm recursos existem bolsas e financiamento.
O que não pode continuar no Brasil é essa situação esdrúxula em que o pobre que frequenta a escola pública não consegue passar no vestibular e acaba indo para universidades particulares pagas que lhe fornecem diplomas. Na realidade, algumas nada mais fazem do que vender diplomas a prestações. E os que têm recursos frequentam escolas particulares que lhes garantem condições de competir e entrar nas universidades gratuitas. No Brasil, ao invés da igualdade de oportunidade defendida pelos liberais e neo-liberais, a esquerda defende a desigualdade, punindo os mais pobres. E se alguém tem alguma dúvida sobre isso, consulte a opinião da UNE.
- EDUARDO JOSÉ DAROS, São Paulo
Insegurança
A falta de policiamento e de segurança pública no município da Fazenda Rio Grande já virou caso de Justiça. A delegacia recentemente quase fechou as portas por falta de recursos. O atual delegado não é qualificado para a função, uma vez que é investigador. Por outro lado, o comando da PM local constantemente sofre mudanças.
- ROBERTO LACERDA, Fazenda Rio Danúbio, Fazenda Rio Grande
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]

mockup