O leitor escreve
Rebatendo afirmações
Foi com um misto de espanto e tristeza que, ao acordar, li a edição de 26 de janeiro deste jornal. Fico triste ao saber que a equipe do Grêmio Londrina passa hoje por dificuldades financeiras em função da crise que se instalou no País, seus Estados e municípios. O professor Enio Vecchi e seus atletas merecem certamente apoio maior para que possam continuar brigando no Campeonato Nacional. No entanto, gostaria de esclarecer e rebater algumas afirmações contidas na matéria.
Primeiramente, sobre a afirmação mentirosa e leviana do Sr. Paulo Vicente Vianna, que insinua maldosamente que os meus vencimentos seriam superiores ao patrocínio mensal da equipe de basquete de Londrina. Essa é uma mentira que reflete a mentalidade autofagista do dito ‘‘dirigente’’. Se este ‘‘assessor da prefeitura’’ desconhece os fatos, é bom que se informe antes de fazer afirmações absurdas. Seria importante que ele soubesse que eu, juntamente com o ex-secretario de Esporte e Turismo do Estado, Sr. Osvaldo Magalhães dos Santos, trouxemos um grande patrocínio para o Paraná, que vem auxiliando o engrandecimento do Estado no campo esportivo em âmbito nacional. Tenho tentado, ao longo destes dois anos, colaborar com a Secretaria na busca de patrocínios para outros esportes e creio que o sucesso do nosso projeto ajude a todos.
Em segundo lugar, quero esclarecer que o governo do Paraná não patrocina em nada a equipe Rexona, e que é parceiro da empresa Gessy Lever no seu projeto de núcleos de treinamento em todo o Estado, em escolas públicas. Auxilia na logística da implantação de escolinhas e possibilita, através da Secretaria de Educação, para que convoquemos e treinemos professores que, após reciclagem no nosso Centro em Curitiba, passam a treinar as crianças em todo o Estado.
O Bernardinho, bem como sua equipe profissional, não recebe R$ 1,00 sequer do Estado, responsabilidade do patrocínio Rexona. E o meu grande desejo é que esse exemplo seja seguido por empresários paranaenses, que despertem para essa grande oportunidade que é o esporte.
Para finalizar, gostaria de dizer ao Sr. Paulo Vicente Vianna que se eu ganhasse metade do que ele insinuou, eu patrocinaria com prazer a equipe do professor Enio Vecchi, com uma única condição: a de que o Sr. Vianna fosse demitido para que pudéssemos pensar grande, num Estado forte, sem essa mentalidade provinciana que ele demonstra, e colocando um fim a esse ranço Norte-Sul, interior-capital, que todos nós do esporte abominamos.
- BERNARDO RESENDE, Curitiba
Descontrole
Em 1992, fiz o Ciclo de Política e Estratégia da Adesg (Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra), e, por ocasião da conclusão, fizemos, em grupo, um trabalho com o tema ‘‘Ecologia’’. Conhecemos mais detalhadamente os problemas que estavam levando ao descontrole ecológico, o que, com o tempo, ocasionaria a elevação da temperatura no Planeta. Os problemas identificados foram: quantidade elevada do dióxido e monóxido de carbono dos veículos e fábricas; desmatamento das florestas; buraco na camada de ozônio; queimadas criminosas e combustão espontânea, processo de desertificação; desgelamento dos pólos; efeito estufa, entre outros.
A notar pela temperatura elevada dos últimos meses, estamos podendo ‘‘sentir na pele’’ esta diferença. Os incômodos físicos e as noites mal dormidas já são fatores esperados, porém, acredito que isso também tem prejudicado as relações sociais, por exemplo: nota-se maior irritabilidade nas pessoas; processo de produção pode ser prejudicado por desconcentração e cansaço dos trabalhadores, inclusive podendo aumentar o número de acidentes de trabalho; problemas de trânsito pelos motivos já citados, entre outros.
É necessário estarmos cientes destes fatores, e, assim, prevenirmos possíveis acidentes e incidentes no nosso dia-a-dia. Procurar ter uma boa noite de sono e cuidados com a ansiedade e irritabilidade, podem contribuir neste sentido. Ações de grande envergadura deveriam ser planejadas e executadas envolvendo ONGs, clubes de serviço, governos, poderes econômicos, enfim, maior número possível de pessoas e entidades. Teremos que agir agora, para termos reflexos positivos a longo prazo, senão, o que será dos nossos filhos e netos?
- GILMAR GONÇALVES AGUIAR, Londrina
Troca de fotos
Estou em Lisboa (Portugal), onde estou cursando o mestrado em Direito na Faculdade de Direito de Lisboa e como diariamente tenho o hábito de ler este conceituado jornal pela Internet, hoje me surpreendi com uma foto minha publicada na matéria ‘‘Denunciado plano para assassinar juiz’’ (Folha Cidades de ontem). A foto, ao que me parece, deveria ser do juiz Dr. Rosaldo Elias Pacagnan que cuida do caso e não minha.
- SÉRGIO LUIZ KREUZ, juiz de Direito da Vara da Infância e da Juventude de Cascavel
NOTA DA REDAÇÃO
A Folha reconhece o erro e pede desculpa. A foto correta sobre o assunto, do juiz Rosaldo Elias Pacagnan, está sendo publicada hoje em Folha Cidades.
Correção
- Na Nota de Redação sobre a carta ‘‘LEC’’, publicada ontem, houve um erro de digitação (faltou o acento til) no endereço do site elaborado pelo torcedor do Londrina, Robson Vilela. O correto é www.orbita.starmedia.com/~robsonvilela
- Ao contrário do que foi publicado na primeira página do caderno Folha2, edição de ontem, ‘‘Central do Brasil’’ já recebeu 28 prêmios, consagrando-se um marco no cinema nacional.
- O resultado do vestibular da Universidade Estadual de Maringá (UEM) será divulgado hoje, e não como foi publicado na edição de ontem da Folha Cidades. A lista dos aprovados será publicada hoje na Folha.
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]

mockup