O LEITOR ESCREVE
Folha 50 anos (1)
Em nome do irmão Clemente e meu, envio os cumprimentos pelo jubileu da Folha de Londrina/Folha do Paraná, augurando pleno sucesso na caminhada que iniciaram há meio século. O Paraná está de parabéns pelo trabalho de jornalismo sério, competente e de longo tirocínio, que as Folhas deste Estado vêm demonstrando ao longo de todos estes anos. As nossas mais efusivas saudações aos diretores deste periódico que orgulha o jornalismo do Paraná.
- CONSTANTINO COMNINOS, chefe de gabinete da Reitoria da PUC/PR, Curitiba
Folha 50 anos (2)
Caro João Milanez: Congratulando-me com o amigo pelos seus 50 anos (e da Folha de Londrina/Folha do Paraná), envio meus cumprimentos. ‘‘Eu nunca acreditei mesmo que você tinha 75 anos’’.
- EDUARDO GUIMARÃES, chefe do Cerimonial do Governo do Paraná, Curitiba
Trânsito
A existência de organismos que gerenciam as diversas demandas urbanas é uma das vantagens da civilização, mas os sinais de vida inteligente, salvo honrosas exceções, estão em falta. A régua e o compasso de que algumas dessas organizações se utilizam para o redesenho da cidade estão demasiado ultrapassadas, com filosofias ressuscitadas da triste década de 70. Tenho a impressão que algumas das ‘‘soluções’’ foram dadas por gente que nunca andou de carro na vida! A lista é interminável, quase nos faz pensar que o melhor não é mexer em nada; ano passado, recapearam o asfalto do centro em pleno Natal, cidade lotada, caos absoluto. Hoje, calendário escolar em curso, tapumes por todo lado (não dá para trabalhar em janeiro, com a cidade vazia?). Com tudo isso, nos é difícil entender que destruindo flamboyants e arrasando canteiros centrais estaremos ‘‘readequando’’ o trânsito. O que é isso? Preguiça mental? Não querem tirar dos londrinenses o saudável hábito de enfrentar congestionamentos e irritações? Crescemos, mas ‘‘cidade’’ não quer dizer um mar de indústrias e 10 milhões de habitantes.
- CHRISTIAN STEAGALL-CONDÉ, arquiteto, Londrina
Combustíveis
Há duas semanas o litro do álcool no posto que abasteço anoiteceu a R$ 0,459 e amanheceu a R$ 0,559 - um aumento de 21,79% ‘‘apenas’’, em questão de uma noite. Certo dia perguntei ao dono do posto se vendendo a R$ 0,459 ele tinha lucro. A resposta foi que sim, pois ele não comprava o produto da distribuidora e sim de usinas da região e que portanto lhe custava menos, assim podia vender abaixo da tabela; consequentemente, vendia mais e lucrava mais. Ora, por que não continuar com o preço antigo, se já se obtinha lucro suficiente, ou será que a ganância é tão grande que não se pode ser justo com o consumidor? Então, deixamos de abastecer nesse ou naquele posto no qual estamos habituados e o dono nos encontra pela cidade, e nos vem com aquela cara-de-pau perguntar: ‘‘Por que você não abastece seu carro mais no meu posto?’ E o dono do posto não sabe por que perdeu a freguesia e acabou quebrando.
- FRANCISCO CARLOS MOREIRA, contador, Londrina
Pedágio
Se não bastassem os valores exorbitantes cobrados nos pedágios, cujas concessionárias já dizem não ter condições financeiras para iniciar a duplicação das estradas, ainda está ocorrendo algo muito estranho. Ocorre que dia desses, alguns parentes meus foram até Maringá, quando nas praças de pedágio de Arapongas e de Marialva foram surpreendidos pela indagação dos funcionários do pedágio ‘‘se o usuário precisava do recibo de pagamento’’, somente fornecendo o dito comprovante ante a afirmativa incisiva e indignada da proprietária do veículo. O fato é que é obrigação das empresas fornecerem o recibo de pagamento, sendo descabido indagar se o usuário necessita ou não deste documento. Afinal, quem está trapaceando quem?
- MÁRCIO AUGUSTO NASCIMENTO, Londrina
Estradas
Há alguns anos, por absoluta incompetência de dirigentes do órgão responsável pela manutenção de estradas, a Rodovia BR-153, entre Jacarezinho e Santo Antônio da Platina ficou por longo período sem manutenção, fato que provocou a formação de buracos em toda a extensão daquele trecho, tornando-o extremamente perigoso. O preço do desleixo, foi a morte de dezenas de pessoas, que tiveram suas vidas ceifadas em graves acidentes. Agora, o trecho da mesma rodovia, entre Santo Antônio da Platina e Ibaiti, encontra-se em idênticas condições, sem que os órgãos competentes tomem qualquer atitude para sanar o problema, a despeito dos impostos que pagamos para tal finalidade. Será que novas vidas serão cobradas pela incompetência dos responsáveis?
- EDUARDO GOMES ZANFORLIN, representante comercial, Londrina
Tubarão (1)
Para muitos, o Londrina não pode ser um time que joga ‘‘no resultado’’. Tem que ser melhor do que o Real Madrid! Nosso Tubarão empenha-se com honra, pois enfrenta uma situação difícil fora do campo. Acumula dívidas, processo trabalhista e ainda a falta de apoio do empresariado local. Futebol é marketing com retorno garantido para os empresários que apoiam times da Primeira Divisão. Com esse pensamento poderiam os empresários encontrar soluções para apoiar o Tubarão, já que a atual presidência foi montada para a Série B. Mas no ano que vem, quem vai levar o Tubarão ao Paranaense e também para a ‘‘Primeirona’’ sem apoio?
- RICARDO JOSÉ DE OLIVEIRA, Ibiporã
Tubarão (2)
Recado ao Tubarão: vamos lá Tubarão, é a hora da decisão, estou torcendo para que o time mostre a raça e o coração que mostrou nos últimos jogos. Os jogadores Mauro e Ivanildo são exemplos vivos de coração e raça. Continuem assim, transmitindo para o grupo segurança e alegria que vamos subir para a Série A e gritar: ‘‘E o Tubarão na Primeira Divisão!’
- VALDINEI CLEMENTINO DE SOUZA, Londrina
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]

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