O leitor escreve
Folha 50 anos
Ao ensejo do 50º aniversário de fundação da Folha de Londrina/Folha do Paraná, o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE) rejubila-se em tê-los como parceiros deste ideal comum e transmite votos calorosos de permanente e contínuo sucesso em seus planos de trabalho e de realizações, solicitando a fineza de transmiti-los à diretora da regional de Curitiba, Regina Kracik Teixeira e à sua competente equipe de colaboradores, entre os quais, para a satisfação nossa, estão nossos estagiários. Reafirmamos, nesta feliz oportunidade, o nosso compromisso de prestar bons serviços e de continuar oferecendo apoio técnico e administrativo para que o programa de estágio supervisionado continue firme no tempo, cada vez mais consistente em seus objetivos e procedimentos.
- OCYRON CUNHA (diretor-presidente) e DJALMA LOPES DE MEDEIROS (diretor-tesoureiro), Curitiba
Banestado 70 anos
Amanhã, 28 de novembro, o Banco do Estado do Paraná (Banestado), completará 70 anos de fundação. Durante quase todo este período, o banco foi o orgulho da população paranaense, que depositou suas economias e confiança numa instituição voltada ao incentivo à agricultura, à indústria e, também, à prestação de serviços bancários nos pequenos municípios do Estado. Lamentavelmente, este pode ser o último aniversário do Banestado. O governador Jaime Lerner, seu secretário da Fazenda, Giovani Gionédis, e o presidente do banco, Manoel Garcia Cid, trabalham a todo vapor na privatização. Para viabilizar este processo, estes senhores se valeram de práticas passíveis de punição, como o atentado ao sistema financeiro. O objetivo deles é claro: acabar em poucos meses o que foi construído em 70 anos.
Isto pode ser notado pelo desempenho do Banestado nos últimos quatro anos. Até 1994, fim do governo anterior, o banco era superavitário e apontado pelo governo como o de melhor desempenho entre as instituições financeiras estaduais. Daí para frente, o Banestado passou a sofrer ataques à sua imagem, a meu ver, um artifício utilizado para viabilizar a sua privatização. Essa manobra resultou na perda de grandes investimentos e correntistas de peso, afugentados pela pecha de banco falido entoada por Jaime Lerner, seu secretário da Fazenda e, agora recentemente, pelo presidente Manoel Garcia Cid. Este senhor, que afirmou nada entender de banco, mereceria um capítulo à parte. O que eu gostaria de alertar através deste prestigioso jornal, é que, se concretizada, a privatização do Banestado sairá mais cara do que vem sendo anunciada. O empréstimo de R$ 3,75 bilhões que o governo do Estado vai receber para se desfazer do banco terá que ser pago por nós e, depois, por nossos filhos nos próximos 30 anos. Com razão, no futuro eles irão cobrar isto de nós.
- GERALDO FAUSTO DOS SANTOS, bancário e diretor do Sindicato do Bancários de Londrina
Grampo (1)
É evidente que as privatizações, em quase todos os setores, são de importância vital para o desenvolvimento da pátria amada e melhor prestação de serviços ao público a que se destina. A maioria esmagadora da população brasileira deseja que ela tenha sucesso. Porém, a revelação dos últimos episódios, mesmo que de forma ilegal, trouxe um sentimento de que tudo deveria permanecer como estava, pois está ficando claro que o patrimônio nacional está indo para o ralo, havendo uma certeza de que mais uma podridão está rolando no Reino da Dinamarca. Novamente alguns iluminados, estes agora encarregados das privatizações, autodenominam-se experts no assunto, algo jamais visto em nossa história, como agravante que a literatura mundial não é tão rica no assunto de privatizações.
Há uma voz corrente pelo lado governista, e não poderia ser diferente, pois ‘‘corvo não come corvo’’, de que as figuras execradas dos seus cargos são de competência a toda prova. Nos currículos divulgados, nada de impressionante, a não ser o vaivém dos cargos públicos e da iniciativa privada, sendo estas sempre ligadas aos cargos que exerceram na teta governamental. As conversas grampeadas revelaram que os iluminados não estavam preparados para exercer cargos de tamanha importância. Devemos sempre condenar os meios ilícitos para se conseguir provas, porém, não pode a Justiça se negar a investigar os dois fatos.
- ROSEVAL SOARES PETRECHEN, advogado, Curitiba
Grampo (2)
Se não fosse esse grampo ‘‘criminoso’’ eu não teria sabido que os filhos do Mendonça de Barros eram sócios de uma corretora (Corretora Link) que em quatro meses no ramo é a terceira no ranking nacional (de quem eles recebiam informações?); que o Sr. Pérsio Arida deixou o governo para cuidar do seu banco (Banco Opportunity), que por sinal os Barros queriam que vencesse a concorrência das teles: que os Barros são sócios de outro banco, me parece que de nome Matrix. Por falar em Opportunity e Matrix, será que futuramente eles não se uniriam? Quem sabe se numa ‘‘opportunity’’ já bem mais sólida, não?
Que o BNDES empresta dinheiro a multinacionais a juros de 6% ao ano, enquanto nós brasileiros, hein?... Agora, esses criminosos do grampo têm que pagar pelo seu crime. Onde se viu, eu, um ‘‘palhaço’’ brasileiro, ficar sabendo assim como tantos outros brasileiros, que esses patriotas estavam trabalhando tanto para venderem bem as nossas teles? E o procurador da República, Sarmento, não vai usar as fitas do grampo dos telefones do BNDES porque são provas ilícitas, isto é, não foram autorizadas pela Justiça. Que tal os PMs da favela Naval usarem esses atributos para anular suas condenações? Onde se viu, serem gravados espancando e matando cidadãos comuns sem autorização da Justiça, e ainda serem condenados a tantos anos de prisão? Deus, salve o Brasil.
- ORLANDO COLLI, Campo Mourão
Pinochet
Odiado pelos bons e amado pelos bandidos ou odiado pelos bandidos e amado pelos bons? Afinal, quem é Pinochet? Onde está a verdade? De uma coisa tenho certeza: ele cometeu um grande erro quando se colocou como substituto de Deus para decidir quem deveria morrer e quem deveria viver. Cometeu um grande erro e precisa ser julgado. Se um erro não justifica outro, espero que seus acusadores não o condenem à morte. Todos têm o direito ao arrependimento, ainda que nem todos consigam o perdão.
- DANIEL RODRIGUES DE LIMA, Londrina
Gospel
Parabéns a este tão conceituado jornal pela reportagem ‘‘Trazendo paz ao coração’’, publicada dia 7, atual e objetiva, sobre o papel que a música gospel vem exercendo no cenário mundial. Há muito que ansiava por uma reportagem desse nível, já que para muitos, a música gospel ainda parece ser coisa ultrapassada. Faltou apenas definir com mais clareza o significado literal da palavra ‘‘gospel’’ que nada mais é do que ‘‘boas novas’’.
- WILSON THINONIN, pastor evangélico, Londrina
Walmor Maccarini (1)
Parabéns ao jornalista Walmor Maccarini pelo excelente artigo ‘‘Por que não cortaram antes?’ publicado ontem. Realmente precisamos de um jornalista assim, com coragem, firmeza e isenção; que comente e informe a população sobre o caráter e a qualidade de nossos políticos, que gastam milhões em campanhas publicitárias. A população infelizmente aceita (ver o resultado das últimas eleições), e também gastam-se milhões em campanhas políticas prometendo fazer do povo (especificamente o paranaense), o mais feliz da terra. O resultado, infelizmente, são as mazelas e falcatruas escandalosas, que demonstram o caráter dos políticos que querem passar por bonzinhos e amigos do povo. Mas que uma vez eleitos só sabem perversamente defender seus interesses espúrios, e dos seus apadrinhados políticos, em detrimento dos interesses da população.
- JOSUÉ PEREIRA ROSA, Terra Boa
Walmor Maccarini (2)
Sua indignação retrata o sentimento de todo o paranaense. Nós literalmente somos ‘‘governados’’ (o termo correto seria ‘‘manipulados’’) por essa corja, mestra nos acertos, encaixes, composições e reeleições.
- HELENA SAVASSA GONZALES, Londrina
Agradecimento (1)
É com grande satisfação que agradecemos a colaboração da Folha durante o 1º Congresso Brasileiro de Disfunção Sexual, 2º Encontro de Disfunção Erétil do Mercosul e 1º Simpósio Brasileiro sobre Transexualismo realizados em Londrina. Temos certeza que foi de suma importância a ajuda deste jornal, que contribuiu para o sucesso absoluto desses eventos.
- MÁRCIO DANTAS DE MENEZES, presidente da Sociedade Brasileira de Medicina Sexual, Londrina
Agradecimento (2)
A Pró Vita Eventos agradece o apoio e a colaboração deste veículo de comunicação, que não hesitou em divulgar a realização do mais importante concurso de beleza do Estado, o Miss Paraná. Com muita satisfação podemos afirmar que o evento realizado em Londrina dia 14 foi um sucesso graças à cobertura de toda a imprensa paranaense.
- PAULO COLNAGHI, diretor, Curitiba
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]

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