O Leitor Escreve
O Leitor Escreve
Folha 50 anos
Lendo página por página da edição comemorativa aos 50 anos da Folha de Londrina/Folha do Paraná, emocionei-me com o carinho e respeito com que a história de tão importante jornal foi registrada e resgatada. Eu que praticamente nasci e vivi a maior parte de minha vida em meio a lides jornalísticas e editoriais, senti a grandiosidade da homenagem prestada aos pioneiros - em especial ao João Milanez - que, com garra, idealismo e trabalho, cresceram ao lado de uma cidade, que como o jornal, se tornou importante marco histórico de nosso Estado. João Antonio Vieira Filho, Antonio Carlos Macarini, Regina Kracik Teixeira, souberam modernizar e dinamizar o jornal, o primeiro no mundo a receber o ISO 9002. Cumprimento, portanto, não só seus dirigentes como sua eficiente equipe de profissionais, os quais, unidos pelos mesmo ideal são as alavancas que fazem a Folha um jornal de credibilidade, moderno e atraente, pela imparcialidade que o caracteriza.
- JURIL DE PLÁCIDO E SILVA CARNASCIALI, jornalista e escritora, Curitiba
Agricultura
Parabenizo a Folha pelo artigo do ex-prefeito de Londrina, Sr. Wilson Moreira, Desapropriar ou arrendar?. O autor foi de uma clareza ímpar e fiel à realidade vivida atualmente pelos produtores rurais, estigmatizados pelo governo federal, pela sociedade, pelos movimentos político-ideológicos representados pelo MST, pelas taxas de juros e, recentemente, por associações de defesa do meio ambiente, instaurando-se, no meio rural brasileiro, um clima de terror que não se viu nem na Revolução Russa de 1917. A agropecuária, hoje, tem dificuldades de sobreviver. É com o dinheiro contadinho que o produtor rural compra (quando pode!) o maquinário novo, os implementos, além dos imprescindíveis gastos com manutenção e custeio.
Quando consegue fazer investimentos para aumentar a produção ou melhorar a produtividade sem empréstimos bancários - o que hoje equivale subir ao cadafalso - ou de terceiros, é fato para comemoração. E aqui cabe uma pergunta: se existe dinheiro a fundo perdido ou créditos em condições especialíssimas para os assentados porque não dar igual tratamento para quem já está instalado no campo? Levamos muitos anos para restaurar a democracia no Brasil. No entanto. o que vai se instalando é o reino do esbulho com a agressão das invasões. Fica difícil, assim, acreditar que existe democracia quando se agride direitos ou se nega o estado de direito com atos que atentam contra a ordem jurídica.
- GILBERTO MOTTA DA SILVA, Curitiba
Delfim Netto
O deputado Antonio Delfim Netto, em seu artigo Aposta Perdida publicado no dia 15, mais uma vez incorre nos mesmos erros do passado. Ele se julga em meio a uma bolha de sabedoria, querendo marcar sua posição contrária à política do governo. O nobre deputado teima em esquecer-se do mal que já fez ao País, imaginando que a onda de crescimento mundial do fim dos anos 70 e início dos 80 se prolongaria indefinidamente. Pois bem, o Sr. Delfim, como sempre, indica erros sem indicar qual seria a atitude correta. Simplesmente chuta que a queda dos juros é a solução para todos os problemas do País. Isso sem nunca prover subsídios para que seus leitores analisem as desvantagens dessa atitude.
- LEONARDO RADUY LEMOS, São José dos Campos (SP)
Advogado
A respeito da reportagem Advogado deve atuar de graça, diz Virmond, publicada dia 17, acredito que o advogado deve receber pelo serviço prestado, ainda que decorrente de atendimento a carentes. De fato, sem tal remuneração, o convênio deixa de dignificar a atividade do profissional do Direito. Mais, antes do Estado alegar ser dever ético do advogado atender aos necessitados, cabe a ele (o Estado), e isto por atribuição constitucional, fornecer estrutura suficiente para que o carente seja atendido. Em suma, se não cumpre seu dever constitucional, a culpa não é da classe dos advogados, mas sim, é por falta de vontade política. Não existe quadro, com carreira e remuneração próprias, de defensores públicos no Paraná.
- PETRUS TYBUR JÚNIOR, Curitiba
Termoelétrica
Como cidadão londrinense radicado em Porto Velho (RO) há mais de 13 anos, fico espantado em observar que a minha cidade caminha para os mesmos problemas que vivemos ainda hoje aqui em Porto Velho. Diferentemente do que se afirma na reportagem Petrobras anuncia estudo para ramal do gasoduto no Norte (Folha Economia do dia 17), a energia termoelétrica tem um elevado custo de manutenção, e pelo menos em nossa região sofre com constantes oscilações, provocando verdadeira alegria na empresas de manutenção de equipamentos eletrônicos. Como estamos numa região plana e a energia hidroelétrica é significativamente danosa ao nosso ecossistema (grandes alagações), a energia termoelétrica a partir do gás natural (Bacia de Urucu, a 500 Km de Porto Velho) será a nossa única alternativa.
- JOÃO LUIZ FELISMINO, Porto Velho (RO)
Ciclomotor
Sobre a notícia Redução de idade para ciclomotor não atinge londrinenses publicada no dia 20: a resolução nº 50 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), que se refere à idade limite para dirigir um ciclomotor deveria receber emendas, visto que a 50cc já está superada na maioria dos ciclomotores - jogs, motonetes passam de 50 km/h. Com referência à liberação, deveriam ser feitos exames práticos de habilitação aos jovens pelo Ciretran. Pois hoje somente os ricos podem pagar as pesadas multas do Detran por utilizar este tipo de transporte, hora usados por todos os jovens brasileiros.
- SIDNEY BELIZÁRIO MELO, Curitiba
Xuxa
O cancelamento do show da Xuxa (notícia publicada ontem), é a prova do poder da participação da sociedade. Participação que deveria ser cotidiana de forma a intervir nas questões importantes da cidade, não só nos momentos de indignação, mas em todas as questões de interesse coletivo. Por outro lado, o prefeito mostrou-se antenado no interesse da sociedade, respeitando as divergências e mudando suas posições, como forma de evolução, da mentalidade do administrador do bem público.
- GLÁUDIO RENATO DE LIMA, Londrina
Meio ambiente
Através do presente quero expressar o agradecimento da Promotoria de Proteção ao Meio Ambiente a qual é representada por esta agente que este subscreve, pelos inestimáveis benefícios que as reportagens que o jornal Folha de Londrina/Folha do Paraná tem trazido para os trabalhos desenvolvidos pela Promotoria, na área do meio ambiente.
- LUCIANA RIBEIRO LEPRI MOREIRA, promotora de Justiça, Toledo
Mazza (1)
Deixo um singelo abraço, tendo em vista que a divindade já o cumprimentou com uma chuva meteórica!
- MARCO AUZAMORA, arquiteto, Curitiba
Mazza (2)
Nesta data tão importante, queira aceitar os meus parabéns. Gostaria de reelembar Bertold Brecht, porque tenho certeza que a cadeira 20 da Academia Paranaense de Letras estará muito bem representada. Há homens que lutam um dia. São bons. Há outros que lutam muitos dias. São bons. Há aqueles que lutam muitos anos. Esses são melhores. Mas há aqueles que lutam uma vida inteira. Esses são imprescindíveis.
- LAURITA COSTA ROSA, Curitiba
Mazza (3)
Também mandaram cumprimentos registrando o ingresso do jornalista da Folha Luiz Geraldo Mazza na Academia Paranaense de Letras, as seguintes pessoas: Nelson Justus, deputado estadual; Armando Raggio, secretário de Estado da Saúde; Alcy Ramalho, diretor do jornal A Folha da Imprensa de Curitiba; Ivan Xavier Vianna Filho, Curitiba; Laércio Souto Maior, Curitiba; João Ricardo Cunha de Almeida, Curitiba; Pery Silva Salazar, Coordenador da Censsapar, Curitiba; Rafael Dely, secretário da Habitação e Presidente da Cohapar, Curitiba; Mário Manoel das Dores Roque, prefeito de Paranaguá; Ágide Meneguette, presidente da Faep; Ney José de Freitas, juiz togado do TRT da 9ª Região, Curitiba; Affonso Antoniuk, Curitiba; Sérgio dos Santos, Curitiba; Master Comunicação, Curitiba; José Soria, Curitiba; Leonilda Jordão, Curitiba; Eudes Moraes, Curitiba; Luiz Gonzaga da Motta Ribeiro, presidente do Clube Curitibano; Associação Comercial do Paraná, Curitiba; Beatriz Ferroni Ferreira, Curitiba.
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]





