O Leitor Escreve
O Leitor Escreve
Aterro do Igapó
Sempre esperamos que uma cidade ofereça melhores condições de vida, trabalho, segurança, lazer. Devemos ter áreas destinadas ao meio ambiente, da qual devem ser preservadas e mantidas por lei, a exemplo do aterro do Lago Igapó-2, que é um fundo de vale, localizado na área central de Londrina.
Os fundos de vale servem para o equilíbrio da vida urbana. O aterro está hoje sem uso, mas pode ser um espaço público destinado ao lazer, sem prejudicar o meio ambiente.
Temos obrigação de ficar atentos com o uso que o poder público faz do nosso solo urbano. Sou contra a doação desta área para a iniciativa privada e de uso de apenas uma parcela privilegiada da população. Este empreendimento não é uma má idéia, desde que o façam em local apropriado.
- ELAINE L. M. MOLEIRO, estudante de Arquitetura e Urbanismo em Londrina
Pára-quedista
Não fosse a força política, Londrina, Maringá e Cascavel - como exemplo - estariam estagnadas como tantas outras cidades paranaenses. Campo Mourão, ao longo de sua história, nunca teve força política. Elegeu um ou outro candidato mas sem grande expressão política. Esperamos que neste 4 de outubro de 1998, contando com mais de 50 mil eleitores, Campo Mourão consiga eleger um deputado federal e dois deputados estaduais. Basta que as lideranças, formadores de opinião, tenham conscientizado os concidadãos da necessidade de votar nos candidatos da cidade, que tivessem mais condições de se eleger, conforme indicaram as pesquisas e foi notório.
Lamentavelmente houve vereadores, representantes do povo, fazendo campanha para deputados de outras plagas, que não estão nem aí com a cidade. Também houve candidatos a deputado (estadual e federal) da cidade - mesmo que inexpressivos - puxando votos para candidatos de regiões estranhas. Esses representantes públicos e candidatos não desejaram o bem da nossa comunidade. As pessoas inteligentes e que têm responsabilidade devem rejeitá-los sempre, porque eles são nocivos à sociedade; como qualquer outro bandido.
- FRATERNO MARIA NUNES, Campo Mourão
Bom samaritano
Visitei dias atrás a Casa do Bom Samaritano e fiquei ciente das bondades que ela distribui. Às famílias pobres, evidente. E às 80 crianças da Creche Victoria Mazetti Dinardi. Diariamente ela fornece almoço para mais de 50 filhos de Deus que, do contrário, nada teriam para comer. Cumpre, à letra, as lições do Cristo-Mestre: Dai de comer a quem tem fome, de beber a quem tem sede, veste os nus, e outras belezas mais... Acredito Londrina conhecer pouco essa Betânia sagrada. E por não a conhecer bem não lhe presta justa e necessária ajuda. A colaboração mensal recebida não cobre as despesas que atingem o montante de R$ 15 mil. Está sempre no vermelho a folha de pagamento. Expresso o apelo da diretoria: crescer o número de casais samaritanos que amem os necessitados (pobres Lázaros à porta das mansões) e sintam o gozo íntimo de os acudir. Certamente irão ouvir do Cristo, numa hora feliz, o convite solene: Vinde, benditos de meu Pai, habitar o reino que vos foi reservado! Porque tive fome e me destes de comer... tive sede, frio, doença... e me acudistes. - Digam-me lá: quem não deseja ouvir tão sublime bem-aventurança?
- EDUARDO AFONSO, professor, Londrina
Cumprimento
Cumprimento o caro amigo João Antonio Vieira Filho e toda a equipe da Folha de Londrina/Folha do Paraná pelos merecidos prêmios recebidos da Aberje-Sul (Associação Brasileira de Comunicação Empresarial).
- FANI LERNER, secretária de Estado da Criança e Assuntos da Família
- As cartas devem ser datilografadas e assinadas e vir acompanhadas da fotocópia de documento de identidade, endereço e telefone para contato e profissão/ocupação do remetente. O jornal poderá resumi-las conforme disponibilidade de espaço. Correspondência via Internet deve conter: nome completo, cidade de origem, telefone, documento de identidade e endereço eletrônico e profissão/ocupação. E-mail Folha do Paraná/Folha de Londrina: [email protected]





