O falso jogador e a 'bomba'
Ainda na expectativa de se conhecer o novo milionário londrinense, que dividiu o prêmio da Megasena com um apostador carioca, mas já com a certeza que nenhum colega tirou a sorte grande, o dia na Redação começou agitado ontem. A editoria de Cidade, que agrupa o maior número de repórteres na Folha, continua acompanhando a situação das universidades estaduais, que retomaram as aulas, mas ainda em ritmo lento. Os repórteres também acompanharam uma ocupação de área na zona leste de Londrina. Mas o fato mais curioso veio de Porecatu (85 km ao norte de Londrina). Um homem se passou pelo jogador Alexandre Chagas, da Portuguesa (SP) que ele conheceu no Cruzeiro (MG) e procurou a polícia dizendo que seu carro havia sido roubado. A falsa vítima acabou confessando que inventou a história porque precisava de dinheiro para visitar a namorada em Presidente Wenceslau (SP).
No início da tarde, foi a vez da editoria de Política ficar antenada no que poderia ocorrer no cenário da sucessão presidencial após as recentes declarações de Jorge Murad, marido da governadora Roseana Sarney. A bomba pegou todos de surpresa. Logo começou a discussão sobre o que aconteceria com Roseana. Isso é bom ou é ruim para ela? Cada jornalista tinha sua opinião. É para abrir espaço para a candidatura de Sílvio Santos, alegou a repórter Ana Paula Nascimento. Mas ele não está filiado ao PFL, esclareceu o editor Sílvio Oricolli.
Estes assuntos e muitos outros que foram avaliados e selecionados pelos editores durante mais um dia de muito calor em todo o Paraná, principalmente em Londrina, compõem a edição de quarta-feira da Folha de Londrina.
Rodrigo Lima





