A Secretaria Municipal de Saúde espera que a ExpoLondrina 2025, que começa nesta sexta-feira (4), será uma força a mais para elevar o índice de vacinação na cidade, que tem um histórico muito baixo, de 54% entre aproximadamente 200 mil pessoas.

A campanha de vacinação contra a influenza (gripe) começa nesta sexta-feira ao público londrinense em um espaço de atendimento no Parque de Exposições Ney Braga, que sedia a feira agropecuária mais famosa do Norte do Paraná. O posto funcionará no local até último dia do evento.

Em algumas UBSs (Unidades Básicas de Saúde), as doses do imunizante estarão disponíveis no sábado e, a partir de segunda-feira (7), em todos os postos de saúde.

A secretária de Saúde de Londrina, Vivian Feijó, afirma que o maior desafio é aumentar a quantidade de pessoas vacinadas. A meta das autoridades da saúde é chegar a uma cobertura de 90%.

Esse é um dos motivos que levou a pasta a colocar um ponto de vacinação na feira agropecuária de Londrina. “Escolhemos esta data [de início da campanha] na Expo devido ao grande movimento na cidade”, justificou durante entrevista coletiva para a imprensa nesta quinta-feira (3), que teve até a presença do famoso Zé Gotinha.

O governo do Estado enviou para a cidade 61.640 doses na primeira remessa e a previsão é que haja reposição todas as semanas.

O público-alvo desta primeira etapa são as crianças acima de seis meses de idade e com menos de seis anos, idosos, gestantes, puérperas, populações indígenas e quilombolas, pessoas em situação de rua, trabalhadores da área da saúde, portadores de doenças crônicas e outras classificações de público previstas pelas normas do Ministério da Saúde.

Durante a coletiva, Vivian Feijó frisou que o índice de vacinação da gripe em Londrina é muito baixo e apelou para que todos do grupo prioritário compareçam aos postos e que a população evite politizar a imunização por vacinas, promovendo campanhas que desacreditem em sua eficácia.

"Precisamos resgatar o respeito à ciência e à vacina, que é a chance e a oportunidade de adoecermos menos, de melhorarmos a qualidade de vida", lembrou.

Vale ressaltar: a imunização ajuda a reduzir os casos mais graves da doença, diminuindo a necessidade de hospitalizações e mortes, além de evitar que o sistema de saúde fique sobrecarregado.

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