Na avaliação da equipe do Programa de Iniciação ao Trabalho do Núcleo Regional de Educação (NRE) os resultados do projeto estavam deixando a desejar. Os educadores afirmam que alguns objetivos não vinham sendo atingidos. Um dos argumentos é que o ambiente escolar não condiz com o ambiente de trabalho, e os alunos não saíam suficientemente preparados para enfrentar o mercado.
Outro argumento é que o centro não vinha oferecendo algo com início, meio e fim, como deve ser um curso profissionalizante. ''Sem a professora por perto, muitos não conseguiam desenvolver as atividades. Não havia recursos nem para fazer uma sondagem de aptidão, como é feito nas escolas especiais'', opina a equipe do NRE. Segundo os educadores, o encaminhamento de cada aluno será feito de acordo com a recomendação da própria professora. Para a equipe, alguns alunos poderão ser encaminhados para cursos profissionalizantes.
O Núcleo Regional de Educação reconhece que existe atualmente um grupo de crianças e jovens portadores de necessidades especiais que ainda encontra-se desassistido pelo poder público.

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