Defendemos um ensino de qualidade, seja ele com oito ou nove anos.
Uma nova política pública altera o ensino fundamental para nove anos. Por ora procuramos pensar nos impactos da inclusão da criança de 6 anos no ensino fundamental com relação aos efeitos que essas reformas produzem.
Muda-se a organização curricular, entretanto não podemos esquecer que a criança continua a mesma, com particularidades que devem ser respeitadas. Qual o espaço para viver a infância? As secretarias municipais, os pais e os professores (principais sujeitos desse processo) foram preparados?
Não estamos nos posicionando contra a nova política, mas indagando se houve um diagnóstico e preparação da realidade para a implantação dela. Defendemos um ensino de qualidade, em que a criança possa viver sua infância, da qual faz parte a curiosidade, a fantasia, a experimentação, o desejo de conhecer.

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