Nota justifica posição da ParanáPrevidência
A assessoria de comunicação da ParanáPrevidência informou que a empresa solicitou à Justiça a expedição de um mandado de devolução do prédio porque não conseguiu avançar nas negociações com a direção da escola. ''A ParanáPrevidência, pedindo apenas o cumprimento do acordo, se viu forçada a solicitar a expedição de um mandado de desocupação, um recurso previsto no acordo assinado pela escola. Foi, de novo, tomado o cuidado de entrar com o pedido durante o período de férias, para evitar transtornos aos alunos. No momento, aguarda a decisão judicial'', destacou em nota enviada à Folha.
Na nota, a empresa afirma que a escola nunca pagou o aluguel do prédio nem as taxas municipais. Esse último custo, aliás, estaria sendo pago pela ParanáPrevidência. Conforme a assessoria, o primeiro contato da empresa com a direção da escola aconteceu em 1999 e desde então foram feitas propostas de aluguel que foram recusadas. Em 2001, a ParanáPrevidência decidiu ajuizar a ação de reintegração de posse. Em março de 2002, foi formalizado um acordo na Justiça que previa a entrega do prédio em dezembro do mesmo ano. Porém, conforme a nota, ''a direção da escola não devolveu o imóvel''.
Outro ponto destacado pela assessoria é que por lei, a ParanáPrevidência é obrigada a fazer com que o patrimônio que administra apresente rentabilidade. ''A lei, inclusive, veda a cessão ou doação de qualquer bem administrado pela ParanáPrevidência.'' Essa determinação, continua a nota, se deve ao fato de que os recursos são investidos com a única finalidade de garantir o pagamento das aposentadorias e pensões do funcionalismo estadual. O destino do imóvel, segundo a empresa, será a locação. L.A.





