No Dia do Trabalhador, leitor agradece a quem faz a Folha todos os dias
CARTAS DE 1 DE MAIO DE 2026
No Dia do Trabalhador, leitor agradece a quem faz a Folha todos os dias
Olá Ilustríssimo José Nicolás Mejía e toda a sua equipe, tudo bem?
É com grande honra e grandemente agradecido, que, por todas as manhãs, tenho em minhas mãos a Folha de Londrina, nome forte, e além disso, vocês têm feito um trabalho brilhante; cada detalhe desta Folha não tem passado despercebido e por isso estou grato por cada edição.
Ilustríssimo, por ser o Dia do Trabalho, vou deixar os meus Parabéns a todos vocês, e ao cartunista das tirinhas do Edibar e sua turma.
Parabéns pelo Dia do Trabalho.
Deixo um Pensamento:
O valor das coisas não está no tempo que elas duram mas na intensidade com que acontecem. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis.
José Carlos Souza
Santo Antônio da Platina (PR)
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NÃO ABANDONE O BARCO (SE RECUSE A AFUNDAR)
Quando nos sentirmos desiludidos com os males do mundo, quando nos sentirmos decepcionados com os ingratos, quando percebermos os males da corrupção, quando sentirmos o peso dos preconceitos e a amargura da traição, quando perdermos o sentido e o sabor da vida, a ponto de pensar em abandonar o barco e fugir deste planeta-escola, paremos um momento e acionemos um “freio de mão” em nossos pensamentos.
Procuremos um lugar tranquilo, onde possamos encontrar nosso mundo interior, ainda inexplorado e desconhecido. Conectemo-nos com nossa Mãe Terra e com a natureza. Busquemos a beleza de uma cachoeira, a harmonia de uma mata. Façamos um exercício de limpeza em nosso corpo e em nossa alma.
Respiremos por alguns minutos e imaginemos todas as nossas amarguras, mágoas, decepções e ódios — tudo aquilo que nos machuca a alma — sendo expulsos por uma corrente de um rio divino que desce das alturas, atravessa nosso corpo, nossos pensamentos e nossos corações atormentados. Imaginemos esse rio entrando por nossa cabeça e saindo pelos nossos pés. Ao sair, essa corrente segue para uma cachoeira, lavando nosso corpo e nossa alma.
Esse exercício nos ajuda a tirar o foco da parte do mundo onde ainda predominam as sombras e o desamor, ainda que por algum tempo.
Nossa Mãe Terra é um planeta em transição, mais ou menos como uma casa em reforma, que causa desconforto, poeira e barulho. Mas, logo depois, vem a compensação de uma casa muito melhor. Assim é o momento atual: tudo isso está nos planos divinos.
Por isso, aqueles que pensam em abandonar o barco e fugir desta escola de almas, tenham um pouco mais de paciência.
Voltemos nossa atenção ao nosso mundo interior. Vamos descobrir as sementes do bem que devemos cultivar para que, ao florescerem, nos tragam alegrias e frutos de paz. E também as pedras brutas que são nossos corações, que devemos lapidar para que se tornem joias preciosas, brilhando com a luz da paz e do amor.
Olhemos para o nosso Brasil como o país-paraíso que o Criador nos presenteou.
Prestemos mais atenção neste planeta-escola, joia rara no contexto do universo. Voltemos nosso olhar para o nosso mundo interior e descubramos nossa capacidade para o bem e para o amor. Basta fazer boas escolhas e usar bem o tempo a nosso favor.
Façamos bom uso de tudo o que o amor do Pai Criador colocou à nossa disposição. Assim, nossas preces terão poucos pedidos e muita gratidão e louvor. Para isso, precisamos dar mais atenção às coisas da natureza: olhar para um rio correndo, ouvir os pássaros cantando, contemplar a beleza das flores, o sabor dos frutos, o frescor das sombras e tantas outras dádivas que a Mãe Terra nos oferece, generosa e cuidadora como toda mãe.
Observemos o nascer e o pôr do sol: quanta beleza, quanta energia.
Quando a noite chegar, não reclamemos do escuro. Levantemos nossos olhos aos céus e veremos milhões de estrelas: quanto brilho, quanta luz! Cada estrela com seus planetas, que são as muitas moradas das quais nos falava nosso Mestre maior.
Tudo isso nos motiva em nosso mundo interior — aquilo que, por enquanto, ainda não encontramos na Terra atual. Mas tenhamos a certeza de que, em breve, será melhor.
Vale a pena ter um pouco mais de paciência e valorizar o precioso dom da vida.
Silvério da Silva
Londrina
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MEMÓRIA
01 de maio de 2001
Praça do trabalhador completa 45 anos. Totalmente esquecida
Nenhum discurso, nenhuma homenagem. À tarde, só alguns garotos moradores de prédios da redondeza fizeram bom uso de partes dela. Jogaram bola na área cercada com grade, deslizaram em seus skates pelos bancos e promoveram a leve algazarra que desperta curiosidade em quem passa. Coisa de meninos. Enfim, sem saber o motivo, foram eles os únicos a lembrar ontem que a Praça Primeiro de Maio, no centro de Londrina existe. O que eles não sabiam e talvez seus pais esqueceram de informar: a praça, com a sua Concha Acústica, completou ontem 45 anos. Foi projetada e construída para homenagear o Dia do Trabalho. Foi inaugurada num dia 1º de maio, do ano de 1956.
A Prefeitura de Londrina, que tem na atual administração uma equipe do Partido dos Trabalhadores, mostra em sua página na Internet que a Praça Primeiro de Maio e a Concha Acústica são obras do então prefeito Antônio Fernandes Sobrinho, que havia visto uma similar no Espírito Santo e gostou. A Concha, especificamente, foi projetada pelo arquiteto Henrique Mindlin. Seu projeto sofreu pequenas modificações, inclusive no tamanho, executadas pelo engenheiro José Augusto Queiroz. A inauguração foi com grande festa, segundo a página na Internet. A Concha também foi muito usada na década de 60 para o footing dos finais de semana e apresentações artísticas. Depois sediou manifestações de estudantes e trabalhadores. Sofreu por mais de uma vez tentativas de demolição, pois a Praça e a Concha incomodavam, ecoando discursos de revolta dos trabalhadores.
Mas ontem só os meninos lembraram da Praça e da Concha. Nenhum discurso. Nenhuma homenagem...
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CIDADE FALA

Lago igapó é lindo londrinenses..!!
Orley Vital - Empresário
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