A maconha, depois do álcool é a droga mais consumida. Os jovens são os usuários mais comuns, apesar de que homens na faixa de 30/40 anos passam também, com o tempo a depender dela.
Apesar das controvérsias, a prática clínica revela que o indivíduo que faz uso mais constante da maconha, passa a se mostrar mais apático e indiferente aos seus compromissos habituais; estuda pouco, e quando consegue alcançar um curso superior, normalmente leva o dobro de tempo para terminá-lo, e na maioria das vezes em faculdades pouco conceituadas.
No trabalho, a inserção é difícil devido à falta de determinação e capacidade de luta. Isso tudo é consequência do efeito altamente tranquilizante e sedativo da maconha.
É importante salientar, que as parceiras desses usuários em pouco tempo passam a reclamar da falta de interesse sexual deles. É nessa fase que as queixas e cobranças começam a surgir, uma vez que a percepção erótica se reduz, tanto que o sexo ocorre apenas de vez em quando. A partir dessa fase a droga passa a ser mais interessante que o sexo.
A redução do desejo gradualmente leva à falha de ereção e facilmente o círculo vicioso se estabelece: preocupação e medo de falhar toda vez que vai para a intimidade, aumento da ansiedade e insucesso na cama. Com a mulher usuária da droga o apagamento do desejo sexual é também inevitável, é só uma questão de tempo.
É oportuno nesse estágio procurar um médico para avaliar o grau de comprometimento da sua sexualidade. É importante buscar ajuda psicológica para superar as suas inseguranças e saber que a associação da psicoterapia com o viagra têm ajudado muitos homens a recuperarem a confiança sexual.
MOACIR COSTA é médico psicoterapeuta em São Paulo
(*) Caro leitor: Caso tenha dúvidas sobre ''Sexo'', ligue grátis para 0800-770-6543, de 2 à 6, das 10 às 18h. O atendimento é realizado por médico ou psicólogo. Querendo saber mais acesse o site: www.projetoamarbem.com.br

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