Rio de Janeiro - O ex-jogador de futebol Edvaldo Alves de Santa Rosa, o Dida, 68 anos, tricampeão pelo Flamengo, morreu ontem, vítima de insuficiências hepática e respiratória no Rio. As informações são da Agência Brasil.
Dida estava internado desde o último dia 8, no Hospital Miguel Couto, na zona sul da cidade, com um quadro bastante debilitado e pouco peso. Seu corpo está sendo velado no Salão Nobre da sede social do Flamengo, na Lagoa.
O corpo do ex-jogador será enterrado hoje, às 10h, no cemitério São João Batista, em Botafogo (zona sul).
Colecionador de vários títulos, Dida estreou no clube da Gávea contra o Vasco, em 17 de outubro de 1954, então com apenas 20 anos, substituindo Evaristo de Macedo, hoje técnico do Flamengo, que estava contundido.
Titular do clube entre 1954 e 1963, Dida participou da vitoriosa campanha do tricampeonato rubro-negro conquistado entre os anos de 53/54/55, tendo feito três dos quatro gols da final do título de 55, na vitória de 4 a 1 contra o América.
Também participou da Copa do Mundo de 1958 na Suécia, tendo jogado a primeira partida, onde o Brasil venceu a Áustria por 3 a 0. Dida começou como titular na Copa, mas foi barrado por Pelé, então com 17 anos. Ele foi o segundo maior artilheiro da história do Flamengo, com 244 gols. Só perdeu para Zico, que fez 508 gols.
Zico afirmara várias vezes que Dida é o seu grande ídolo no futebol. Dida defendeu ainda a Portuguesa de Desportos.

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