Na última terça-feira (16), a prefeitura de Londrina abriu um PMI (Procedimento de Manifestação de Interesse) para receber estudos que subsidiarão um futuro projeto de concessão do Complexo Esportivo municipal. Esse movimento busca envolver o setor privado na busca por soluções para três equipamentos importantíssimos ao esporte local: o Estádio do Café, o Autódromo Internacional Ayrton Senna e o kartódromo Luigi Borghesi.

A iniciativa não se trata apenas de modernizar estruturas físicas, mas de repensar a gestão e o uso desses espaços, unificando a administração e ampliando a capacidade de realização de eventos esportivos, culturais e de lazer. A integração com a Praça da Juventude, por exemplo, reforça a visão de que o complexo esportivo deve ser um polo dinâmico e multifuncional para a comunidade, ampliando seu papel social.

Com a perspectiva de concessões que podem durar até 35 anos, o caminho começa com a análise técnica e econômica que o PMI busca fomentar. Esse procedimento é fundamental para garantir que a licitação futura seja embasada em estudos que demonstrem a viabilidade dos investimentos e a eficiência da operação. É também uma forma de ouvir quem tem expertise no mercado antes de fechar projetos definitivos.

Reforçando que a participação nesta etapa não garante contratos futuros, mas permite que o município avalie alternativas para a estruturação de uma possível parceria público-privada.

Atualmente, o autódromo Ayrton Senna é considerado um dos principais ativos do complexo. O município já garantiu R$ 33 milhões em recursos do Estado para obras de modernização do local. Além disso, até fevereiro deste ano, o autódromo já contava com mais de 150 datas reservadas para eventos em 2026. Em agosto, receberá provas como a Fórmula Truck e a Copa Truck, além da Nascar Brasil e da Copa HB20.

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