Mercado exige aperfeiçoamento
A Estética ganhou estatus de nível universitário em 1999 e migrou da área de imagem pessoal para saúde. "A formação em tecnólogo foi uma necessidade para a regulamentação da profissão", avalia a presidente da Associação dos Profissionais de Estética do Paraná e coordenadora do curso de Estética da Opet, Beatriz Andregueto. No curso, os alunos estudam sobre correntes elétricas, cosmetologia, metodologia científica, anatomia, química, entre outras cadeiras. O tecnólogo está habilitado a trabalhar como auxiliar em procedimentos da medicina estética; na indústria e revenda de cosméticos e aparelhos da área de beleza; como avaliador de equipamentos e esteticista em clínicas. "Esteticistas formados por cursos livres estão na universidade atrás de um aprimoramento exigido pelo mercado", observa Beatriz.
A esteticista Marília Marchand Kruger, de 72 anos, formou-se em tecnóloga em estética na Opet há três anos apesar de dedicar-se à beleza há 40 anos. "Eu aprendi coisas novas e profundas na universidade que fazem diferença no meu trabalho", conta ao comemorar o início de uma pós-graduação em Cosmetologia na PUCPR nesta semana. "Sem o nível superior eu não teria acesso a mais esta titularização que vai me dar a chance de ser professora universitária e repassar toda minha experiência acadêmica, profissional, inclusive do exterior", diz, feliz da vida. (C.P.)





