Se pensássemos nas pessoas como mercadoria, certamente poderíamos dizer que o que derruba as cotações delas, no mercado de trabalho, é a falta de falor agregado. Quando alguém não se torna mais interessante do que o outro, ele é ''descartado'', ''jogado fora''.
Contudo, acredito que os seres humanos não podem - e não devem - ser encarados de tal forma. Nos dias atuais, o que derruba uma pessoa são os interesses de mercado e do capital, a idade, muita formação para um cargo que exija pouca formação, entre outros fatores.
Sabemos que as pessoas fazem milhares de capacitações para se garantir e, na verdade, infelizmente tais capacitações não asseguram muita coisa. A saúde do sujeito pode derrubá-lo e, como acontece com quem trabalha em excesso, ele tende a adoecer e, até mesmo, ficar deprimido. Por isso, minha sugestão é que as pessoas diminuam um pouco o ritmo e reflitam.

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