A falta de recursos financeiros e as dificuldades na reposição de funcionários Na Universidade Estadual de Londrina (UEL) e no Hospital Universitário (HU) foram confirmadas ontem durante audiência pública realizada na Câmara Municipal de Londrina com representantes dos servidores, docentes e técnicos da universidade e do hospital. Apesar de dois períodos de greve e protestos no primeiro semestre, a categoria afirma que a crise no setor de Recursos Humanos e no caixa da UEL persiste e ameaça a qualidade do ensino da instituição e os atendimentos no HU nos próximos anos. Segundo o pró-reitor de Recursos Humanos da universidade, Leandro Altimari, o deficit atual de técnicos administrativos é aproximadamente 750 servidores entre universidade e HU.

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