MEMÓRIA| Macacos, não me mordam!

03 de maio de 2016

Reza a lenda entre os servidores da Universidade Estadual de Londrina (UEL) que um funcionário morreu depois de ter sido mordido por um macaco-prego. Mas a história não é bem assim. "É verdade que ele teve de ficar meses hospitalizado na época em que foi mordido, porque o local da ferida se infeccionou e o processo de cura foi bastante difícil", lembra o oficial agropecuário da UEL, José Vicentino Neto, que trabalha na instituição desde 1974. Ele conta que o servidor morreu anos depois, por outros motivos. Segundo o oficial, anos depois houve o registro de outro caso de servidor mordido por um macaco-prego. "A pessoa estava com uma banana e fingiu que iria dar um pedaço; o macaco ficou furioso e atacou".


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