Opinião Atualizado em 22/09/2017, 19:21
Meio ambiente desprotegido
O que temos visto ultimamente na Folha de Londrina é que o meio ambiente anda meio sem defesa. A exploração de recursos naturais na Renca (Reserva Nacional de Cobre e Associados) no Amapá, segundo a FOLHA pode ser imediata. Não seria o caso de se ver primeiro as questões de impacto ambiental? Enquanto os recursos acabam em outros países o Brasil ainda tem muito, mas não é o caso de se administrar melhor esses recursos e trabalhar sem pressa e com leis específicas para minimizar os danos ao meio ambiente e, ao mesmo tempo, manter uma boa qualidade de vida de seus habitantes? É importante preservar com racionalidade. Uma outra notícia informa descobertas mais de 380 espécies de plantas e animais na Amazônia em apenas um ano, assim como 2,1 mil espécies em 17 anos justamente na Renca. Se não preservarmos as espécies e conhecer as suas qualidades farmacêuticas e nutricionais, jamais seremos um país de primeiro mundo. Temos que preservar e explorar com inteligência. Precisamos aprender a ganhar com nossas reservas naturais preservando e coexistindo com a natureza para que ela não se volte contra nós como tem feito em outras partes do mundo com furacões e enchentes. Não podemos nos dar ao luxo de gastar milhões em recuperação de áreas urbanas devastadas por tempestades. Sem contar as perdas humanas. É preciso prevenir. Mais uma coisa, o grafeno, por exemplo, é composto por grafite e a maior reserva do mundo está no Brasil. É a maior revolução da tecnologia dos últimos tempos. Precisamos de estratégias para preservar o meio ambiente e nos defender dos desastres naturais, se é que os desastres são naturais.
DAILTON MARTINS (comerciante) Londrina
O IPTU é única fonte de receita saudável das prefeituras, já que outras receitas dependem do governo federal e estadual. Devido à crise econômica, há incerteza
sobre a possibilidade de a Prefeitura de Londrina receber, por via federal, seus direitos prescritos na Carta Magna, ou seja, 22,5% de impostos federais (IPI e IR). Então, o que fazer? O prefeito de Londrina, já tendo sido um parlamentar requintado e competente, poderia congregar milhares de prefeitos e, nesta Reforma Tributária, pressionar os deputados e senadores no sentido de priorizar os municípios na arrecadação de tributos. É absolutamente normal, nesta época de turbulência, reivindicar que a fatia do imposto do município seja maior do que da União.
OSAMU ARAZAWA (contador) - Londrina
Durante o transcorrer de nossa existência, todos os nossos passos merecem ser medidos e aperfeiçoados para que correspondamos à expectativa e importância que a sociedade deposita em nós. A importância é um predicado que não nasce feito, ela vai crescendo e se desenvolvendo com o passar do tempo e também é alimentada pela luta que empreendemos. Os jornais, como regra indispensável, colocam em seu nascer e desempenhar a importância do crescer. Desde a formatação de suas páginas, tudo é importante neste seu desenvolver. Já tivemos a oportunidade de observar que todos os jornais são divididos em espaços vazios que, futuramente, uma parcela deles é transformada em colunas. Algumas destas colunas são preenchidas com reportagens especiais, outras são dedicadas a bons escritores e que comumente são radicados no próprio jornal. Assim é que nos deparamos com os jornalista Walmor Maccarini no Espaço Aberto (Opinião) e a coluna do Luiz Geraldo Mazza na editoria de Política. A Folha de Londrina, na sua lucidez costumeira, não esqueceu de reservar neste espaço a "Opinião do leitor". Estamos de parabéns porque todas as colunas têm seus donos e a nossa é só nossa. "O nosso gostoso cantinho". Dia atrás, tive o vislumbre de manifestar minha vontade na criação do "dia festivo da coluna" que seria o último sábado de outubro. Teríamos a grande oportunidade de conhecer e trocar ideias com dezenas de escritores que admiramos sem conhecermos. Fica a sugestão!
WELLINGTON AMARAL SAMPAIO (administrador aposentado) Londrina
Recebi um vídeo da EDC (economia de comunhão) que dizia: "Quando você nasceu muitos riam, enquanto você chorava. Trabalhe para que sua existência tenha impacto na vida de outras pessoas de maneira que quando você morrer muitos chorem enquanto você ri. Quantas pessoas vão chorar quando você partir?". A médica Luzia Nobuko Ochiro, que morreu recentemente, sem nunca ter tido conhecimento da citada frase traduziu em ações o pensamento expresso. Pessoa de milhares de amigos que nunca ganhou só para ela. Ela foi o maior exemplo de que palavras convencem, mas exemplos arrastam. Sei que ela está sorrindo vendo os milhares que gostam dela, pelo sabor de uma vida bem vivida e da sensação de vitória com o dever cumprido. Obrigado por ter facilitado minha vida e pelo impacto que nela causou.
ILDO YUKIO MARUBAYASHI (agricultor) Londrina





