O cenário trágico, com consequências desastrosas para o Brasil, desenhado e antecipado pelos “cientistas políticos”, não se confirmou no último domingo (26). Constatamos, pessoalmente, que o ato público aqui em Londrina refletiu o que ocorreu pelo Brasil afora. O propósito essencial foi o de conscientizar e sensibilizar o Congresso Nacional da necessidade urgente de se aprovar pautas prioritárias, como a Reforma da Previdência; a Reforma Administrativa; a Reforma Tributária; o combate ao crime organizado. Certamente, uma das consequências do movimento patriótico, o “Pacto pelo Brasil”, previsto para ser assinado em 10 de junho de 2019, pelos Três Poderes da República, consolidará os verdadeiros anseios da nação brasileira. Aos cientistas políticos, sobejamente conhecidos, que ainda acreditam na realização do terceiro turno das eleições, lembramos que uma manifestação dominical verde-amarela, com bandeira e com hino nacional, sempre se caracterizará por ser um momento de preocupação máxima, de brasileiros de bem, com os destinos da pátria amada.

ROBERTO DELALIBERA, bacharel em Direito (Londrina)

SOBRE OS PACTOS

A propósito do “pacto pelas reformas” proposto pelo presidente da República aos presidentes da Câmara, Senado e Supremo Tribunal Federal, é preciso destacar que a aprovação das reformas não depende somente da vontade dos outros chefes de Poderes, mas sim dos votos de 513 deputados e 81 senadores que foram eleitos pelo mesmo povo que elegeu o presidente na última eleição, entre os quais os deputados do Centrão, demonizados pelo mesmo.

A esse respeito, cabe lembrar do “Pacto de Munique” celebrado em setembro de 1938, entre Neville Chamberlain, Adolf Hitler e Édouard Daladier, respectivos chefes de Estado da Grã Bretanha, Alemanha e França, no intuito de selar a paz na Europa. Ainda na Inglaterra, Winston Churchill previu o que aconteceria logo em seguida: “Entre a desonra e a guerra, escolheram a desonra e terão a guerra”

Analogicamente, que fiquem os presidentes dos Poderes Legislativo e Judiciário do Brasil cientes dos riscos envolvidos nesse pacto proposto pelo incontrolável presidente da República Jair Bolsonaro.

Em tempo: apesar do presidente superestimar a manifestação a favor do seu governo no último domingo (26) como “histórica”, vale destacar que a reunião dos seus apoiadores na Avenida Paulista reuniu menos público que a Parada Gay no mesmo local. Portanto, menos presidente, bem menos.

SANDRO FERREIRA, representante comercial (Ponta Grossa)

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