Mais metaforização e mais música
Manteria a metaforização dos títulos, incentivando cada editoria a adotar tal estratégia cada vez mais. A metaforização traz leitura, é interessante aos olhos de quem lê e desperta, em muitos leitores jovens - como eu - a vontade de aprender mais sobre e fazer igual.
Enfocaria a política, que me interessa bastante, em colunas e notas que trazem bastidores, realidade, comentários de Brasília e temas que a televisão e a internet jamais vão dar o mesmo tratamento.
Esse tipo de recurso chama mais os jovens. No que se refere à cultura, com certeza traria temas que puxem para a esfera internacional: é inegável, muitos dos ídolos que se apresentam em premiações como o Grammy ou lançam um CD nos Estados Unidos - que condensam as estréias -, são preferência de adolescentes que assistem videoclipes, puxam músicas e conferem suas carreiras, como eu.





