Londrina paga o preço do sucesso a curto prazo. Vê-se, de repente, na crista de uma onda que lhe impõe problemas típicos de metrópole, improvisando e lutando para resolvê-los com recursos de cidade do Interior. Centro altamente motorizado, Londrina está a braços com o drama do congestionamento no tráfego de superfície. Segundo o DST, mais de 5 mil veículos de todos os tipos serão emplacados até o meio do ano. Acrescente-se a isso um tráfego flutuante de mais ou menos 1.500 veículos a cada 24 horas
O sr. Dorival de Almeida taques, chefe da repartição local do DST, situa a circulação como o grande problema a resolver. O planejamento da cidade não poderia prever jamais o grande movimento que hoje se registra.

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