Londrina invadida 2, a missão
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segunda-feira, 11 de março de 2019
Londrina invadida 2, a missão
Concordando com o Sr. Adoniro Prieto Mathias (Opinião do Leitor, 11/03), informo que o assunto "ocupação do espaço público por barracas de acampamento" que acontece na quadra do Calçadão entre as ruas Rio de Janeiro e Minas Gerais, em frente ao Teatro Ouro Verde, já foi encaminhada para a Ouvidoria da Prefeitura de Londrina, no dia 25 de fevereiro de 2019, por orientação de uma funcionária da Assistência Social. Mas, até agora, nenhuma ação para resolver o problema foi executada e nós, que moramos na quadra, continuamos tendo que conviver com o lixo acumulado pelos ocupantes das barracas, com o mau cheiro gerado e com a insegurança, principalmente na parte da noite. E eu ainda fui chamada de preconceituosa pela soldado da PM que me atendeu no 190, no dia 17 de fevereiro de 2019, um domingo, quando liguei para pedir uma providência, visto que os "moradores" das barracas estavam promovendo uma grande algazarra no local. Pobre Londrina, entregue a todo tipo de desvario. Pobres moradores de Londrina, sem ter a quem recorrer.
Nina Graça de Oliveira Cardoso, psicóloga - Londrina
Apagão na Venezuela
Se há tempos o povo venezuelano sofre com apagão da falta de democracia, de alimentos, remédios e segurança pública, agora, porém, literalmente o apagão é da falta de energia, e de combustíveis neste país, governado pelo déspota do Nicolás Maduro. No caso do combustível apenas 38% da demanda poderá ser atendida. E devido ao blecaute, o dia de trabalho está suspenso assim também o funcionamento das escolas. E mesmo vendo seu povo faminto, doente e humilhado, Maduro não abre suas fronteiras para receber ajuda humanitária! Porém, o que se espera, e urgente, é que um acordo diplomático ocorra, ou seja, sem derramamento de sangue, e este governo seja deposto. E a Venezuela, finalmente, inicie um duro, ou espinhoso caminho da reconstrução econômica e social.
Paulo Panossian, jornalista - São Carlos (SP)



