Limpeza geral
Promoveria investimentos em algumas frentes. A primeira delas: a qualidade das águas. Um monitoramento efeito das águas doces em todas as regiões do país, bem como a recuperação de espaços tomados pelo lodo e poluição, injetados diariamente nos mananciais (calcula-se algo em torno de dois milhões de toneladas de lixo despejadas em águas nacionais), estariam entre minhas prioridades.
Exemplo recente mostrou que o nível das águas do Rio Tietê está acima do normal desde o início de setembro. E a chuva na capital paulista foi escassa: foram apenas três dias, segundo notícias.
Outro fator, por sinal, desencadeador de enchentes país afora: o acúmulo de lixo em ruas, praças e avenidas. Já é hora de algo ser feito. Implementaria, ao pé da letra, uma limpeza completa, de todos os espaços públicos, a fim de evitar um cotidiano de perdas e alagamentos.
Por fim, de nada adiantaria tomar tais atitudes sem, de fato, levar a conscientização e estimular mutirões de limpeza nas regiões de baixa renda.





