Leitor defende adoção de bombas atômicas
PUBLICAÇÃO
segunda-feira, 20 de maio de 2019
Folha de Londrina 
Bombas atômicas
Você já se perguntou: o que faz o governo de Trump tratar a Coréia do Norte e a Venezuela de forma tão diferente? Enquanto os norte-coreanos dominam a tecnologia para, em pouco lapso, construir artefatos nucleares e aplicá-los em mísseis de longo alcance aptos a atingir a parte continental dos EUA; a Venezuela faminta e em ruínas, possui o petróleo mas capenga para diminuir a fome do seu povo e já não sabe mais o que fazer para deslegitimar Juan Guaidó, presidente autoproclamado dos venezuelanos. Aliás, o momento é propício para o Brasil ensaiar, aprender e praticar, do mesmo modo que o governo de Trump, essa política de pequenas diferenças. E, dessa forma, repensar o seu posicionamento para a América Latina e para o Mundo; mudar e assumir um discurso do tamanho de sua grandeza e, sobretudo, incentivar, defender e investir com urgência urgentíssima em pesquisas que ajudem a dominar por completo a tecnologia do átomo, por consequência, fabricar imediatamente a bomba atômica, em seguida a bomba de hidrogênio. Nesse sentido, será dado o primeiro grande passo para a transformação real, justa e necessária do país num Brasil Grande, soberano, livre e detentor de tecnologia nuclear para garantir de fato a paz atômica - vide o exemplo atual do Paquistão e da Índia - os dois países possuem armas atômicas e disputam a Caxemira, entretanto, nenhum deles é "louco" o suficiente para dar o primeiro tiro. Ou seja, a posse de artefatos nucleares colocará o Brasil no rol dos países que não podem simplesmente ser invadidos, atacados ou agredidos. Nesse sentido, artefatos nucleares são a garantia segura e concreta da soberania e da liberdade de toda uma nação, e de quebra funciona como medida eficaz, dissuasora, defensiva e mediadora de conflitos internacionais dominado por países imperialistas, onde as pequenas diferenças, como possuir uma bomba nuclear, acaba ditando o rumo das coisas, de forma a celebrar a paz entre os povos e definitivamente permitir o equilíbrio de forças entre as nações. Dessa forma, os ensinamentos de Sun Tzu, no livro "A arte da Guerra", são tanto quanto mais necessário e lúcido o aprendizado atualmente, ou seja: "A suprema arte da guerra é derrotar o inimigo sem lutar". Acorda Brasil!
ANTONIO SERGIO NEVES DE AZEVEDO (estudante) – Curitiba
Errata
Diferente do que foi escrito na reportagem da página 5 da Folha Rural, edição FDS dos dias 18 e 19 de maio, Brasfertil é a grafia correta para a palavra “Brasilfertil”.


