GERAL


Além das fortes chuvas que castigam Minas Gerais há mais de uma semana, os mineiros entraram no Ano Novo com uma outra tragédia: três crianças morreram atropeladas, na madrugada de ontem, numa rodovia que corta a região metropolitana de Belo Horizonte. As irmãs Salatiel, 7 anos, Bruna, 5, e Drucila Oliveira Souza, 6, haviam descido de um ônibus, em companhia da mãe, Ivanir de Oliveira Souza, e tentavam atravesar a estrada no retorno de um espetáculo de fogos de artifício em comemoração ao réveillon.

ESPORTE

As férias terminaram ontem para os jogadores da maioria dos times brasileiros da Série A. Hoje, ou no máximo na próxima segunda-feira, eles estarão voltando aos treinamentos da pré-temporada. Período de competições será aberto no dia 19, com o início dos torneios regionais. Nos clubes paulistas, as grandes novidades são os treinadores de Santos, Palmeiras e Corinthians.

ECONOMIA

Em meio às incertezas internacionais e à ameaça de recessão inclusive nos países mais poderoros, o brasileiro Carlos Ghosn, presidente mundial que tirou do buraco a Nissan, terceira maior montadora do Japão, quer adaptar à recém-inaugurada fábrica do grupo no Paraná a filosofia de que, para sobreviver, uma empresa precisa ter funcionários motivados, senso de urgência e resistir à tentação de vender produtos com prejuízo para conquistar participação no mercado.

CIDADE

Números divulgados ontem pela Polícia Rodoviária Estadual traz um pequeno alento. Eles mostram que houve redução tanto no número de acidentes quanto nos de feridos e mortos nas rodovias na região de Londrina, no ano passado.
Foram 249 acidentes a menos que em 2000. O número de feridos diminuiu 11,26% e o número de mortos, 17,06%; o que equivale dizer que morreram 36 pessoas a menos que no ano anterior.

POLÍTICA

O presidente da Câmara de Vereadores de Londrina, Tercílio Turini (PSDB), criticou a projeto encaminhado ao Senado e que propõe alteração no limite de gastos do Legislativo com a folha de pagamentos. Segundo ele, os limites estabelecidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal e a Emenda Constitucional 25 já dão condições aos poderes de administrar os gastos sem prejuízo aos serviços.

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