Lares luminosos e alegres: um caminho para a santidade
PUBLICAÇÃO
sábado, 05 de outubro de 2002
Sonia Maria Lazzarini Cyrino 
Hoje, sua Santidade, o Papa João Paulo II canoniza Monsenhor Josemaría Escrivá, Fundador do Opus Dei. Sempre que a Igreja Católica realiza uma cerimônia assim, questiona-se: por quê? Além do fato de Monsenhor Escrivá ter sido o fundador de uma instituição já bem conhecida, além do fato de sua vida ter sido realmente de entrega a Deus, como se vê em suas biografias, além dos milagres relatados e que fundamentam a sua canonização, o que leva a Santa Sé a declará-lo santo?
Em toda canonização há um convite que a Igreja nos faz para que nossa vida seja também um caminho de santidade. Ela nos mostra que é possível, que alguém o conseguiu e que nossa vida também pode ser assim. Assim, os santos são os modelos, exemplos de vidas que cumpriram a vontade de Deus. Mas, perguntamos: como nós, pessoas comuns, podemos ser santos? A vida e os ensinamentos de Mons. Escrivá respondem: para a maioria das pessoas, a santidade deve forjar-se na vida comum. Esse foi o principal legado de um sacerdote, que agora a Igreja aponta como modelo para todos.


