Tenho 73 anos, formado pela turma de 1977 das Faculdades Metropolitanas Unidas de São Paulo, contando, por conseguinte, com 46 anos de exercício da Advocacia, que era o desejo do orgulhoso genitor, que exercia em São Paulo a função de Oficial de Justiça e almejava ter um filho advogado, o que de fato ocorreu. Neste momento, estou presenciando a "falência do Judiciário brasileiro". Várias atividades estão sendo imputadas através de decisões obscuras eivadas de indícios de ausência de transparência e imparcialidade, isto para não dizer o que realmente penso a respeito, posto que poderei ser questionado e sancionado, como ocorre com vários cidadãos que tentam externar suas opiniões. Agora, presencio o diário Estado de São Paulo em editorial do dia 16 de novembro de 2023 com título de A rebeldia da Justiça do Trabalho, destacar que: "Inconformados com a Reforma Trabalhista, magistrados contrariam a lei estabelecida pelo Congresso e a jurisprudência do STF, sobrepondo sua concepção de Justiça Social do Direito". Mas ainda assim não tive coragem de comunicar aos leitores minha irresignação que na verdade era vergonha. Agora, os limites foram ultrapassados quando o ilustre e proficiente ministro Dias Tofolli suspendeu uma multa de R$ 10 bilhões da empresa JBS que é representada por sua esposa, advogada do grupo JBS. Não sei se terei no futuro bem próximo de ter vergonha de ser advogado, renunciando meu juramento perante a Ordem dos Advogados do Brasil e ter na minha frente um cliente que dita em voz alta: "Dr., não tenho confiança na Justiça brasileira!". E ainda ter que “engolir” seco essa posição. Qual será o futuro da Justiça brasileira? Assim, cito o jornalista londrinense Paulo Ubiratã, de saudosa lembrança, onde ao final de seus comentários diários na rádio CBN proverbiava: "Trabalhador, trabalhadora, pense nisso....".
Carlos Henrique Schiefer (advogado) - Londrina



Tarifa zero
A Câmara de Vereadores de Curitiba perdeu uma grande oportunidade de fazer justiça social ao engavetar propostas de tarifa zero no transporte público da capital. A Constituição federal é clara ao afirmar que é direito de todos ir e vir. Curitiba é uma mega
metrópole e muitos cidadãos da massa periférica da cidade acabam segregados por falta de condições financeiras para se deslocar e fazer uso do "transporte público"!
Célio Borba (autônomo) - Curitiba

Sequestro de Marcelinho Carioca
A minha cachorra fez um ninho com gravetos no alto de uma árvore defronte onde resido, pôs e chocou quatro ovos. Os filhotes estão muito saudáveis e quase prontos para voar. Isso sim é verdade!
Luiz Alberico Piotto (servidor público) - Cambé