O valor de um jornal se mede pela sua sadia e edificante diretriz editorial, pela sua identificação com os anseios comuns da área em que circula, pela seriedade comprovada e pela prestação de serviços. Outros fatores, não menos importantes, são a excelência de conteúdo, a atualidade das informações, a clareza do texto e o correto posicionamento do veículo no mercado. Mas tudo isso teria pouco impacto se o jornal e todo o gênero de mídia impressa tivessem tiragem pequena. Seria como um belo discurso para meia dúzia de ouvintes.
  Foi para informar anunciantes e leitores que se criou no Brasil, em 1961, o Instituto Verificador de Circulação, mais conhecido no meio jornalístico como IVC e que tem uma linha de independência, justamente porque criado e controlado por representantes de anunciantes, publicitários e os próprios veículos impressos. A FOLHA DE LONDRINA desde muitos anos é filiada ao IVC e tem a sua circulação auditada. A metodologia de controle ocorre na boca das máquinas impressoras (e até um anunciante isolado pode fazer essa verificação, se o desejar), pela cota de papel adquirida e outros marcadores da contabilidade.
  Foi para realçar a importância desse controle e reunir publicitários e anunciantes que a FOLHA trouxe a Londrina o diretor-geral desse Instituto, Ricardo da Costa Silva, para uma palestra. A informação que ele trouxe foi que houve aumento da circulação de jornais, no Brasil, e que também cresceu o mercado publicitário voltado para os jornais impressos. O diretor do IVC destacou a importância da auditoria de circulação, que precisa transmitir ao mercado dados confiáveis sobre a tiragem, que quantificarão o volume de leitores. E afirma que em jornal e revista todos os horários são nobres.
  Pesquisa da Associação Nacional de Jornais revelou – como se noticiou recentemente – que o jornal é o veículo mais consultado por pessoas que pensam em efetuar uma compra. No caso deste Jornal, os números do IVC revelam que a FOLHA DE LONDRINA é o maior do Paraná em número de assinantes, conforme números mostrados ontem. Seu cartel de anunciantes forma substancial lista de clientes. É comprovação histórica que quanto maior o número de anunciantes e assinantes (e por extensão de leitores) maior a independência econômica de um jornal, significando também independência editorial.
  ‘‘Queremos que o anunciante tenha retorno, e para isso é essencial que ele esteja bem informado e que vendamos o produto certo. Não é interessante para o Jornal criar uma expectativa que não se realize’’ – declara José Eduardo de Andrade Vieira, superintendente da FOLHA DE LONDRINA.

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