'Não importa o que temos de conhecimento, não somos valorizados como pessoas normais. A diferença está no salário: R$ 850 para o técnico que é 'normal' e R$ 500 para o 'deficiente''
Marcelo G. de Mello, técnico em informática em Londrina, comentando a matéria ''Mercado de trabalho é cruel com deficientes'' (FOLHA DE LONDRINA)

'Quando será que vai acabar essa novela? O povo já está perdendo a paciência. O que não pode é ficar fazendo o povo de bobo. Até quando ficaremos a mercê de um sistema que parece ter parado no tempo?'
Aluizio Xavier de Morais, aposentado em Londrina, acerca do texto ''TSE indica novo segundo turno em Londrina'' (FOLHA DE LONDRINA)

'Se fossem pobres invadindo o HU, a polícia bateria, a televisão mostraria cara, nome e sobrenome... Que curso de Medicina é este da UEL? Basta lembrar o episódio do Orkut que ficou sem punição exemplar...'
Carlos Albuquerque Diniz, administrador em Londrina, sobre a seção 'ESPAÇO ABERTO' (FOLHA DE LONDRINA)

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