Insônia mata
Há 20 anos se estuda o sono, sinônimo, segundo os critérios da Organização Mundial de Saúde (OMS), de qualidade de vida. Como ministra da Saúde, traria ao conhecimento geral da população, trabalhos que mostram que pessoas com insônia podem morrer principalmente entre 8h e 10h, vítimas de derrames cerebrais ou enfarto agudo do miocárdio.
Traria a conhecimento do público, também, a apinéia do sono, doença muito comum que se manifesta como sonolência diurna, ronco e pausa respiratória, afetando geralmente obesos e hipertensos.
Como medida preventiva, o incentivo à prática de atividades físicas estaria entre minhas prioridades. Exigiria maior rigor nas prescrições de medicamentos, utilizados de forma indiscriminada como a solução para os distúrbios do sono. Em recente pesquisa, foi difícil encontrar uma pessoa que não utilizasse tais remédios.
Traria exemplos, ressaltando que o sono não combina com o tabagismo e a álcool. O alvo? O público jovem, que a cada dia fuma e bebe mais.





