Inglês como referencial
Antes de investir na área, em si, tomaria o inglês como um dos referenciais. Hoje, vemos que muitos professores que concluíram o curso de Letras não sabem falar.
A realidade de mercado mostra que muitos desses professores até têm algum domínio da gramática, mas a formação deixa a desejar. O aprimoramento certamente evitaria constrangimentos típicos, como professores pedindo para realizarem a entrevista de emprego em português, entre outros aspectos que mostram a necessidade de melhoria.
O papel do ministério e do governo é essencial, mas vai além de se investir somente na base. Os países vizinhos do Brasil, na América Latina, por exemplo, têm iniciativas interessantes, incentivando a população a aprender o inglês, com metas e projeções.
É incrível como, em quatro anos de uma faculdade de Letras, o aluno não consiga sequer falar, não tendo domínio da língua estrangeira. Mais que dar subsídios ao aprendizado, é preciso lançar campanhas e posteriores pesquisas que legitimem o conhecimento, dando aval e chancela para professores cada vez mais preparados.





