O neocomunista Nilton Servo (PPS) está tiririca da serra com o leva-e-traz das fitas das gravações dos programas eleitorais aos veículos de comunicação, principalmente às rádios. ‘‘É uma verdadeira operação de guerra’’, queixa-se, vendo ‘‘abuso econômico’’ na fórmula adotada pela Justiça Eleitoral, baseada na lei. ‘‘Os partidos pequenos não têm estrutura para concorrer com os grandes’’, alega. Servo garante que mesmo na estréia dos programas, ontem e anteontem, a maioria das rádios do interior não tinha recebido orientações ou as grades dos horários do TRE e Dentel para veiculação do material das campanhas. Ele mesmo deixou de ocupar os tempos de inserções a que tinha direito como candidato ao Senado. Servo defende centralização em cadeia para todo o material.


Dúvidas
O material de análise da pesquisa Datafolha feito pela ‘‘Folha de S.Paulo’’ suscita dúvidas. Ora os analistas dão conta que oito Estados - entre os dez maiores pesquisados - têm eleição definida já no primeiro turno, ora que são apenas quatro. O Paraná aparece na relação dos oito, com Lerner liderando numa vantagem de 11 pontos sobre Requião.

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