O diretor financeiro do Banestado, Alaor Alvim Pereira, foi à assembléia dos magistrados em Curitiba, ontem, com a missão de tranquilizar os juízes sobre o processo de privatização desencadeado pelo banco. Pereira garantiu que os R$ 250 milhões em depósito judicial confiados ao Banestado estão assegurados e que não há motivos para temores. ‘‘Não há qualquer risco. O banco continua sob o nosso comando, já que a privatização tem prazo de um ano para ocorrer’’, observou. O diretor financeiro afirmou ainda que todas as contas dos clientes estão provisionadas e que a tendência é de que o governo federal não obrigue mais o Poder Judiciário a manter depósitos judiciais em bancos estaduais. ‘‘O que se ouve em Brasília é de que o próximo a ser privatizado é o Banco do Brasil’’, avisou o diretor aos juízes.

A gosto do freguês
O pedágio ainda é polêmica e já começa a abrir as portas para a cultura da sonegação. A mesma que tanto desvia de ICMS na área do comércio. ‘‘Quer comprovante?’’ foi a pergunta da cobradora da praça da Ecovia, na descida de Curitiba para o litoral, na BR-277, ontem, ao secretário de um município do litoral, que dirigia o carro.

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