Enquanto grandes empresas de telecomunicações e fundos de pensão estão com as atenções voltadas para a movimentação na Bolsa de Valores do Rio de Janeiro - onde amanhã deve acontecer a maior privatização que se tem notícia, a do sistema Telebrás -, a atenção do governo do Paraná e das concessionárias das rodovias do Anel de Integração está, desde ontem, centrada em Porto Alegre (RS), sede do Tribunal Regional Federal do Sul. Na pauta de urgência de hoje do TRF, os juízes vão decidir sobre a liminar do juiz federal de Maringá, José Jácomo Gimenes, que concedeu liminar a um pedido de suspensão da cobrança de pedágio nas praças das BRs 376 e 369 instaladas na região. Além de governo e concessionárias, o DNER também volta a atenção para o julgamento, já que é interessado direto sobre o assunto.

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Se os juízes do TRF confirmarem a liminar do juiz federal de Maringá, o pedágio será suspenso a partir do próximo domingo - data estipulada na concessão da liminar - especificamente nas praças entre Presidente Castelo Branco e Mandaguari (BR-376) e na de Mamborê, da BR-369. Mas uma decisão favorável à Associação de Defesa do Consumidor de Maringá (Adecon) terá o efeito detonador sobre o pedágio, se o Tribunal de Porto Alegre considerar acertada a decisão do juiz de Maringá.

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