Antonio Belinati (PDT) confirmou ontem o que já se esperava dele: vai reunir todos os esforços para reeleger Lerner (PFL) ao governo do Estado, pela razão óbvia de fazer da mulher, Emília Belinati (PTB), de novo a vice-governadora do Paraná. O que, admite-se, não era sua pretensão inicial. Ele preferia ver a vice disputando o Senado e liberando caminhos para 2002. No sábado, o prefeito de Londrina reuniu os secretários municipais e cargos em comissão na chácara da família - onde já está instalado um comitê - e pediu empenho deles fora do expediente, e sem máquina, pró-Lerner-Emília. Mas em se tratando de eleições presidenciais, Belinati confirma que destoa do restante: vai de Lula e Brizola, mantendo-se fiel à aliança do PDT. Na próxima semana, Emília Belinati e Antonio Belinati recebem Lerner em Londrina para a inauguração de um QG central.


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Anteontem à noite, num programa sobre as eleições de 98, na Bandeirantes, o presidente da Vox Populi, Marcos Coimbra, falava de disputas eleitorais em todo o País. Citou alguns Estados onde certos governadores - caso de Tasso Jereissati (CE) - farão ‘um passeio’ pelas urnas. Quando os entrevistadores pediram para citar um Estado onde a briga vai ser boa, Coimbra citou o Paraná. ‘‘Lá vai ser muito difícil’’, emendou.

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