Que a eleição para o governo do Paraná será polarizada entre Jaime Lerner (PFL) e Roberto Requião (PMDB) e decidida já no primeiro turno, em 4 de outubro, todo mundo já sabe. O que continuava no ar ontem à noite era com que chapa o governador concorreria com o adversário senador. Depois de passar boa parte do dia em Londrina e cancelar compromissos em Curitiba no final da tarde - para estender a permanência em Londrina com o propósito de convencer o casal Belinati de que Emília deve ser mantida na vice -, Lerner voltou a se reunir com os líderes dos principais partidos da aliança para tentar anunciar ainda nesta sexta-feira, e não no prazo final (domingo) a composição oficial. Pelo menos até as 21 horas de ontem, o suspense era mantido no ar. Nenhum sinal de fumaça branca era emitido do Palácio Iguaçu.

Gongo
Mais de 500 processos entopem a mesa do secretário da Administração, Reinhold Stephanes Júnior, à espera de uma assinatura do governador Jaime Lerner, antes de soar o gongo que interrompe nomeações, demissões e assinaturas de convênios devido às eleições de 4 de outubro. O governador tem prazo até este sábado para colocar seu autógrafo no que considerar urgente.

mockup