Beto em Londrina
Amanhã, o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), cumpre agenda em Londrina. Segundo a Agência Estadual de Notícias (AEN), órgão de comunicação do governo do Paraná, Beto estará no Colégio Hugo Simas às 15h30. Na agenda do tucano, entrega de ambulâncias, repasse de R$ 3,8 milhões para aquisição de terreno para abrigar novos cursos da Universidade Tecnológica Federal do Paraná e assinatura de protocolo de intenções com a Universidade Estadual de Londrina (UEL) para um repasse futuro de R$ 6 milhões para a construção da primeira etapa do novo prédio da Biblioteca Central da UEL.

Planos de saúde
A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Planos de Saúde, instalada na Assembleia Legislativa (AL) do Paraná, fará uma reunião na próxima terça-feira, às 10 horas, com o presidente da Associação Médica do Paraná (AMP), João Carlos Baracho. O objetivo é discutir o relacionamento entre os profissionais de saúde e as operadoras dos planos de saúde, especialmente diante das medidas adotadas após a paralisação temporária do atendimento por convênios no ano passado, em sinal de protesto pela defasagem nos valores pagos aos médicos pelas consultas. ''A preocupação maior da CPI é a de defender os interesses dos cidadãos'', diz Adelino Ribeiro (PSL), presidente da CPI.

'Dossiê dos pedágios'
Após ver frustradas suas tentativas de criar uma CPI dos Pedágios na Assembleia Legislativa (AL) do Paraná, o deputado estadual Cleiton Kielse (PEN) está distribuindo um ''dossiê dos pedágios''. O último a receber a peça foi o presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Estado do Paraná (Faciap), Rainer Zielasko, na semana passada. ''O relatório tem todas as tratativas de reinclusão das obras retiradas da licitação original e o total desequilíbrio econômico e financeiro entre o preço das tarifas de pedágio no Paraná e a falta de investimento em obras de duplicação das rodovias paranaenses'', disse Kielse.

Visita de cortesia
O senador Sérgio Souza (PMDB) visitou o novo presidente do Tribunal de Justiça (TJ) do Paraná, Clayton Camargo, na última sexta-feira. Suplente de Gleisi Hoffmann (PT) e aliado político do ex-governador Orlando Pessuti, Souza foi um dos responsáveis por ''incluir'' a TV Justiça em convênio do Senado para a difusão da Rede Legislativa de TV nos estados brasileiros (destinada ao Congresso, assembleias legislativas e câmaras municipais). A papelada foi assinada o ano passado, quando o TJ ainda era dirigido pelo desembargador Miguel Kfouri Neto. Na nota divulgada pelo tribunal sobre a visita, nenhuma palavra sobre esse assunto, só que ''o senador também se colocou à disposição do presidente Clayton Camargo para o atendimento a eventuais pleitos''.

Sofá com Renan
No dia 8 de janeiro, o Senado realizou um empenho de R$ 525 mil para a empresa RD Móveis, de Formosa (GO), para ''reforma de móveis e estofados com fornecimento de materiais''. A RD Móveis foi a segunda colocada na licitação e herdou o contrato graças à desclassificação da vencedora original (Capri Estofamento), cuja proposta era 15% mais barata. Quem deu a notícia foi o Contas Abertas, entidade de controle social dos gastos públicos. Eles repararam que a Capri foi desclassificada após inspetoria técnica do Senado, que a segunda colocada não teria sofrido. ''O Senado, por meio de nota de sua assessoria de imprensa, afirmou que a RD Móveis já havia passado por vistoria anterior e que, sem contestação das demais participantes, não foi necessário realizar nova verificação'', desconfia a entidade.

Previdência 1
Em março, a União começa a discutir com os municípios as contas previdenciárias. Durante o Encontro Nacional com Novos Prefeitos e Prefeitas, em Brasília, a presidente Dilma Rousseff (PT) anunciou que pagaria parte dos valores devidos às prefeituras e que a meta do governo federal é zerar 95% dessas dívidas até dezembro deste ano. ''Há uma força-tarefa do governo federal trabalhando nesse assunto'', anunciou a petista. ''O governo federal tem, hoje, em torno de R$ 816 milhões dessas questões já apuradas pelos municípios, por isso nós vamos começar a fazer a compensação do montante das cidades que tiveram sua apuração concluída'', prometeu a presidente da República.

Previdência 2
As dívidas da União com os municípios serão pagas em parcelas de R$ 500 mil mensais, beneficiando 833 municípios. O encontro anunciado para março significa que prefeituras e governo federal atualizarão quem deve e quem tem a receber do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS). A dívida previdenciária é a única que bloqueia o pagamento do Fundo de Participação dos Municípios, assunto que preocupa os novos prefeitos. Ano passado, Dilma editou a Medida Provisória 589, que trata do parcelamento dos débitos municipais com a Receita Federal, especialmente os previdenciários. Com a MP, as prefeituras puderam reparcelar as dívidas e tiveram dispensa de até 60% das multas, 25% dos juros de mora e 100% dos encargos.

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