‘Como uma deusa...’
  Sempre lembrada pelo refrão ‘‘Como uma deusa...’’, a cantora Rosanah Fienngo agora quer ser reconhecida como vereadora. Ela é candidata a uma vaga na Câmara Municipal do Rio pelo Partido Comunista do Brasil (PCdoB). A campanha começou há duas semanas, com uma visita da intérprete do hit da década de 80 ‘‘O amor e o poder’’ à Cidade do Samba para divulgar seu nome na comunidade do carnaval. Chegou escoltada por um assessor, que a auxiliou nos temas vinculados à eleição.

Se espelhando em Getúlio Vargas
  Diante de uma pergunta sobre as referências da cantora no mundo político, ele deu a dica: ‘‘Rosanah, não fala mal de ninguém’’. Após soltar uma risada, ela respondeu: ‘‘Estou me espelhando em Getúlio Vargas. Como política, quero seguir a mesma trajetória dele, mas com uma diferença: não vou me suicidar no final’’. O fato de Getúlio ter combatido os comunistas é contemporizado pela candidata do PCdoB, que adota um discurso conciliador. ‘‘Sou uma pessoa eclética a nível de opinião. Acho que todos os partidos têm o seu valor. Tem muita gente capacitada na política’’, avaliou.

Rosanah com ‘h’
  Desde 2009, Rosanah passou a assinar seu nome com ‘‘h’’ no final. ‘‘Sonhei com um anjo que indicou como deveria ser escrito.’’ Já a idade da cantora quase virou caso na Justiça. Ela cogitou processar o Google porque páginas da internet indicavam que ela tinha 58 anos. ‘‘Tenho 44 anos. Nasci em 1968. Mas já resolvi essa questão’’, encerrou Rosanah. Propostas para o mandato de vereadora, ela ainda não definiu. ‘‘Assim que elaborar meus projetos, mando para o seu email’’, prometeu a cantora.

Desistência em Londrina
  Londrina registrou a primeira desistência de candidato a vereador para as eleições de outubro. O coordenador de esportes da Associação Atlética Banco do Brasil (AABB), Luiz Carlos de Assis Cardoso (PSDB), renunciou à candidatura. O PSDB deve se reunir amanhã para decidir quem vai assumir a vaga deixada por Luiz Carlos da AABB. ‘‘Ele teve que sair por problemas de saúde na família. Agora, vamos avaliar os vários nomes que ficaram de fora e decidir o substituto’’, adiantou o presidente do diretório municipal do PSDB, Éder Pimenta, em entrevista ao Bonde.

Condenações
  O Ministério Público Federal (MPF) em Cascavel obteve sentença favorável em ação civil pública de improbidade administrativa movida contra o ex-prefeito de Formosa do Oeste (Oeste) Shiguemi Kiara, o ex-presidente do Programa do Voluntariado Paranaense (Provopar) Osami Sassaki Kiara e o ex-tesoureiro do Município Carlos Luiz dos Santos. Os réus foram condenados, entre outras penas, à perda da função pública, ressarcimento integral pelo dano causado ao erário, suspensão dos direitos políticos por 8 anos e proibição de contratar com o poder público.

Irregularidades
  A condenação, segundo o MPF, ocorreu por ‘‘diversas irregularidades’’ cometidas durante a administração do ex-prefeito Shiguemi, referentes a 16 programas do governo federal. Entre as irregularidades, aponta o MPF, houve direcionamento de licitações e pagamento de empenhos sem a prestação dos serviços. A defesa recorreu contra a sentença.

TAC contra ‘poluição eleitoral’
  O Ministério Público de Santa Helena (Oeste) e a Justiça local firmaram um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) com os representantes dos partidos políticos no município para que as legendas e coligações cumpram determinadas normas, com o objetivo de evitar a poluição sonora e visual na cidade durante a campanha eleitoral deste ano. De acordo com o TAC, as coligações e partidos se comprometem a não realizar carreatas, nem utilizar bandeiras e placas. Em caso de descumprimento do TAC, o partido ou coligação terá o prazo de uma hora para cumprir a ordem de regularização do compromisso. O descumprimento do acordo implica no pagamento de multa, no valor de R$ 5 mil.
n Um termo de compromisso semelhante também foi assinado em Matinhos (Litoral).

Nome do cônjuge nas faturas
  O deputado estadual Professor Lemos (PT) apresentou projeto de lei que assegura ao cônjuge do consumidor de serviços públicos de abastecimento de água, telefonia, distribuição de energia elétrica e gás o direito de solicitar a inclusão do seu nome como adicional na fatura mensal de consumo, como forma de atestar a sua residência. Segundo o petista, o direito deve ser estendido também aos que vivem em união estável. ‘‘O constrangimento de não possuir em seu nome um comprovante de residência afeta um enorme número de pessoas’’, disse ele. A proposta deve ser analisada na volta do recesso, em agosto.

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