INFORME FOLHA
Pé na faixa?
Vai acreditando, vai! Uma professora do Ilece foi atropelada por uma moto em plena faixa e com o sinal aberto (para ela, é claro).
Ou pé na cova?
Em se tratando de motos, o pedrestre que se cuide. Não se trata de falha da campanha ''Pé na faixa'', que foi útil. Neste caso, acima da faixa estava o semáforo, que a moto ignorou.
Ou pé na tábua
Motoqueiros estão confundindo pé na faixa com pé na tábua, expressão antiga usada quando o motorista tinha pressa e precisava pisar fundo.
Que tal 'pé no freio'
Pressa, concorrência e trânsito maluco fazem a motocicleta correr cada vez mais. É hora de adotar o ''pé no freio''. Motos cometem excesso de imprudência.
Pé na escola
Em Londrina, motoristas amadores, profissionais e motociclistas têm nervos à flor da pele antes até do horário comercial. Atitudes de imprudência são muitas. Palavrões e gestos agressivos fluem fácil, facil. Muita gente nem pisou na escola.
- Há jovens sem educação no trânsito. Há malucos também.
- Multa neles!
Restrição a comissionados
São ilegais os provimentos de cargos em comissão para funções que não sejam de direção, chefia ou assessoramento, tanto no Executivo quanto no Legislativo. A decisão foi proferida durante a reunião do pleno do Tribunal de Contas (TC) do Estado, na última quinta-feira, e implica no indeferimento do Recurso de Revista apresentado pela Prefeitura de Planaltina do Paraná.
Sem questionar
O curioso é que o mesmo TC nunca questionou a quantidade de comissionados na Assembleia Legislativa do Paraná, hoje em cerca de 1.300. Lá tem comissionado contratado para tudo quanto é tipo de atividade, e não só para ''direção, chefia ou assessoramento''.
Cadê o comprovante?
O Tribunal de Contas (TC) do Estado concluiu que a Fundação de Apoio e Desenvolvimento Científico de Maringá não aplicou R$ 60 mil previstos em um programa de apoio à agricultura familiar. A Primeira Câmara do TC ordenou a devolução integral da verba ao Tesouro do Estado. Cabe recurso. A Fundação de Maringá deixou de apresentar ao TC o laudo técnico emitido pela Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia, e Ensino Superior (Seti), órgão estadual que repassou a verba. O documento atesta se os objetivos da transferência foram cumpridos.
Falta explicar
A Diretoria de Análise e Transferências do TC informa, ainda, que há uma diferença não explicada entre o saldo bancário e o saldo, informado ao TC, relativo à conta em que foi movimentado o dinheiro da transferência.
Fraude em licitações
As irregularidades em processos licitatórios foram novamente os problemas mais encontrados em municípios fiscalizados pela Controladoria-Geral da União (CGU). Na 30 edição do seu Programa de Fiscalização por Sorteio, a CGU registrou problemas com licitações em 57 (ou 95%) dos 60 municípios fiscalizados de diferentes regiões do País.
- As irregularidades vão desde a dispensa indevida da licitação; uso de uma mesma licitação para contratar diversas obras; montagem irregular dos processos licitatórios e vínculos familiares entre licitantes e o prefeito municipal.
Caso no Paraná
No Paraná, a fiscalização da CGU foi até Bocaiúva do Sul (Região Metropolitana de Curitiba) e revelou vínculo familiar entre sócios de empresa vencedora de licitação feita em 2008 e o prefeito de então. Na compra de materiais de copa e cozinha, os fiscais observaram a falta de no mínimo três propostas válidas e constatou que a única empresa participante do certame tinha como proprietárias a filha e a neta do prefeito.
Perguntinha
Se deputados e senadores que disputarão as eleições vão trabalhar, de fato, apenas quatro dias entre agosto e outubro, não seria justo que tivessem descontado parte de seus salários?
Equipe da Folha | [email protected]





